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segunda-feira, 12 de julho de 2021

Red Dead Redemption - um depoimento


Se estão me perguntando o que eu ando fazendo da minha vida e porque eu não atualizo mais essa bagaça, a resposta está nessas palavras: Red Dead Redemption On Line.

Sim, sou um filho da mãe jogador online, mas procuro não ser mesquinho e deixar a mão estendida para quem quiser uma amizade sincera, uma longa cavalgada e uma troca de tiros contra bandidos e até algumas autoridades. NO JOGO, NÉ?

Mas eu tava aqui vendo os fóruns de jogos antigos e reparei que nosso Bando não tem um fórum. Temos comando no Social Club, grupo no Facebook e no Whatsapp.

Mas um lugarzinho pra eu extravasar tudo que tem sido despejado em mim nessa longa jornada pelo Velho Oeste Online... não. Ainda. Mas me toquei que poderia dar uma nova utilidade a esse tão castigado espaço. Vem comigo?

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Assim você me ferra, Facebook


Pois é.

Mudou a política do Facebook sobre links em sua plataforma.
A mudança que mais me incomodou foi o banimento dos links com extensões relacionadas diretamente ao Google, no meu caso, o Blogspot / Blogger

Quando eram liberadas essas extensões, era mais fácil divulgar textos novos no blog.
Como tem muuuuuita gente conectada ao Facebook, nada mais justo que deixar o blog a um clique de distância.



Mas aí titio Zuckerberg resolveu brigar com o pessoal do Google.
E quem perdeu a briga fui eu.

Eu poderia encher o Whatsapp e o Messenger de links, toda a vez que um texto ficasse pronto.
Não faz meu estilo... eu prefiro deixar o link a amostra pra quem vier.

Tem vezes (tipo o mês passado) que eu fico um bom tempo sem escrever. Depois desse chute no saco, desferido fatalmente pelo Facebook, ferrou, assassinou a minha vontade de fazer algo (e não poder contar pra ninguém sobre o que escrevi).

Mas são 10 anos de blog.

Cacete, eu não consigo abandonar isso aqui. São anos de vida que gastei e frente a esse editor de texto e agora não consigo largar.



Logo, todos nós nos transformaremos em um retrato na estante. E depois, nem isso.
Não quero o mesmo pra este blog.

Um dia me livrarei disso. Mas não agora.
Eu amo vocês, mesmo que não deixem comentários.



Pô, Facebook.
Se vai me foder, pelo menos me leva pra jantar antes!!!


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Acabou a novela com a SONY!


Hoje tem o final dessa fantástica treta!

Audiência nova marcada. Lá via o Bier, de novo, rumo à Vara (judicial). A audiência, desta vez, começa mais rápido.

A juíza se apresenta, pede que sentemos: Eu, a advogada da Sony, a juíza auxiliar.

[Juíza] - Estou vendo aqui que o autor do processo não pediu indenização por danos morais nem nada assim... prossegue?

[Bier] - Sra. juíza, eu não tenho a quem recorrer, então não pedi nada mais que o valor do produto ou um produto novo. Não queria complicar a minha situação mais do que já está...

[Juíza] - Uhum. - reposicionando os óculos - A representante da outra parte, não pode MESMO fazer uma nova proposta, para conciliarmos isso?

[Advogada da Sony] - Sinto muito, não posso.

[Bier] - Jura? O que mais vocês querem de mim? Quantas vezes mais eu vou ter que chamar vocês pra me dizer "não tem acordo"?

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Conhecendo o personagem: Atrocitus


Você que não lê quadrinhos, sabia que existem outros anéis no Universo DC, além do Verde e do Amarelo?

O Verde significa a Coragem e a Força de Vontade;
O Amarelo significa o Medo;
O Laranja significa a Cobiça;
O Azul significa a Esperança;
O Índigo significa a Compaixão;
O Violeta significa o Amor;
O Branco significa a Vida;
O Preto significa a Morte;
E o Vermelho significa a Raiva.
Tem ainda o Anel Fantasma, que pode usar qualquer um dos sentimentos latentes de seu usuário, o que pra mim é o pior furo de roteiro, mas deixemos pra lá.

Claro, se você leu o título deste texto, sabe que vamos falar do líder dos Lanternas Vermelhos: Atrócitus!


segunda-feira, 29 de julho de 2019

Muito obrigado, Sony!!!

Comprei com suado dinheirinho um cartão de R$ 250,00 pra enfiar quase inteiro na PSPlus! Só que, dois dias após a compra, fui inserir o código... surpresa: o sistema informou que o cartão já foi usado.

Resolvi consultar o site da PSN, que oferecia os serviços de Chat online (com restrição de horários), a página no Twitter, e o 0800. (Porcarias que eu não vou linkar aqui, porque este post é sobre um desserviço, e não o contrário).



No twitter, pediram especificações e ficaram de entrar em contato. Dias depois, sem retorno.

O Chat só funciona em horário e dia comercial, eu trabalho, então, sem chance.

Abri um protocolo pelo 0800 da PSN (ou da Sony, se preferirem), disseram que entrariam em contato comigo pelo e-mail que tenho cadastrado. Dias depois (e, bem, já se passaram duas semanas desde a compra), recebo o e-mail da PSN dizendo que precisam da nota fiscal da compra para verificarem a validação do meu Voucher.

O problema é que, 14 dias depois da compra, dificilmente eu teria essa nota fiscal. E, de fato, não a encontrei. Mas procurei pela Wallmart, que foi onde eu comprei o Voucher, e pedi uma segunda via da nota fiscal. Infelizmente (para mim) o pessoal do Wallmart só localizou 16 dias depois do pedido, o que apontou para 1 mês de protocolo pendente na PSN.

No dia seguinte fui dar continuidade ao protocolo, e recebi a notificação de que ele havia expirado. [Aqui, faço uma pausa porque estou lembrando do quanto praguejei em todos os idiomas que conheço e em todas as afrontas sexuais que acredito que as mães dos administradores da PSN devem ter feito ao longo de suas vidas.]

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Saudades do Recife



Saudades do Recife






Ah! como sinto saudade!
Saudade da minha terra, que nunca antes foi minha!
Do cheiro da maresia, do sol caloroso, efervescente!
Sol que fazia aquele rebuliço por dentro que fazia frevo no meu corpo.



Saudade dos rios, da poesia que dança por toda a cidade.

Do Mercado de São José,
mistura de caos e arte. de tantas formas cores e cheiros.
Do Recife Antigo, dos mistérios escondidos por toda a historia da cidade.

Saudade do povo sorridente,
que segue em frente espontâneo, criativo.
Mesmo na dificuldade!
Ah que saudade!!!!

Saudade de não ser estrangeira na terra minha.
de ter meus costumes em normalidade.
De me expressar sem dificuldade!
Que saudade!!!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Final Fantasy XV


Há uns meses atrás, quando eu não tava tão ferrado no quesito grana (coisa rara), um colega de trabalho me ofereceu (com um desconto camarada) o jogo Final Fantasy XV. Pedi a ele uns dias para pensar no assunto. Final Fantasy XV...

Nesse tempo, pesquisei um pouco sobre o jogo, porque mesmo com desconto, eu poderia estar comprando uma bomba, ou simplesmente a maior mancada já produzida pela Square. Aqui, um devaneio entre minha pesquisa e meus pensamentos:

A estréia da série em Português-BR (legendado)...
Como sempre, um "novo jeito" de jogar Final Fantasy...
Mundo aberto, lembrando o saudoso GTA...
Um Final Fantasy feito para os velhos e novos jogadores...
Eu não terminei muitos FFs... Será que eu preciso de mais um RPG na prateleira?
Desconto... um colega precisando de grana...
Olha, você só vive uma vez. E se ele mofar na prateleira, eu tenho a aposentadoria inteira pra jogar, desde meu PS2 até... esse Final Fantasy. Quer saber? [...]

E, sim, meus amigos, como vocês estão imaginando, arrematei a relíquia e... guardei-a na prateleira. Tenho trabalho, casa e uma filha pra cuidar. Ser adulto é uma merda!

Mas, uns dias pra cá, resolvi tirar o pó da caixa e embarcar na aventura. Como todo o Final Fantasy, temos muita coisa pra se fazer. Mas nada é de todo o ruim, pois missões paralelas ajudam a upar os personagens, né?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

O dia em que aprendi a jogar Rock'n'Roll Racing


Se tem uma coisa que eu me arrependo na vida, foi a ideia de não ter pedido um Super Nintendo quando eu era mais novo. Eu contei essa história em outra ocasião, mas vou lembrar vocês: fiquei com dó da minha mãezinha nos tempos de 300% de inflação, e acabei optando por um Master System III...

Mesmo assim, amigos bons o tiveram, e como sempre fui rato de locadora, não me faltaram amigos pra me emprestar o controle 2. Eu também torrei pequenas fortunas com horas e horas de Super Nintendo em locadoras, o que me rendeu alguma experiência em Street Fighter II, que ficou em alta pela década de 90 inteira.

Mas eu me dei mesmo ao luxo de treinar feito louco um joguinho que já mencionei por aqui, chamado Rock'n'Roll Racing. Isso porque um desses bons amigos tinha o cartucho (e eu jogava com ele até tarde da noite).

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

O que você lê?


                         

Já se perguntou que leitor(a) você é?

Bem vindo(a) ao glorioso "alguém arranje outra coisa para o Dênis fazer, POR FAVOR!"

Hoje, dia 30 de Janeiro, uma quarta feira coberta por um calor insano aqui na região metropolitana do Rio Grande do Sul, eu tive um sentimento nostálgico ao voltar em Esteio, mais precisamente na quadra que eu morava, no percurso que eu fazia nos anos 90. Ruas que eu não via desde 1999, quando nos mudamos para Sapucaia do Sul. 10 anos foram o suficiente para eu não enxergar muitas coisas que lá estavam da última vez que as vi, até mesmo a casa onde morei deu lugar à um condomínio (havia muito espaço em volta da casinha, foi um belo uso do terreno) mas, as lembranças, mesmo que falhadas como uma capa de revista em quadrinhos com marcas de dobras e as pontas desgastadas pela displicência de algumas pessoas que tratavam gibis como panfletos que você pega no balcão, infelizmente uma das coisas que eu lembro quando penso na minha infância lendo quadrinhos é que eles eram jogados numa mesinha de centro por crianças que manuseavam sem muita habilidade de conservação, não era um material de respeito, como um vídeo game que teria todo um zelo ao ser instalado na televisão, revistas em quadrinhos eram uma diversão barata.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Permita se

"ATIRE!"

Olá brasileiro e brasileira que por ventura se sentiu a vontade para dedicar uns minutos à mais um momento "o Dênis está com tempo sobrando e resolveu escrever", e hoje quero levantar uma reflexão (se você imaginou um rapaz levantando um espelho, "parabéns", pensamos parecido).
Começo de ano tem assuntos tradicionais, principalmente em anos de novos mandatos políticos, programas televisivos sobre pessoas diferentes convivendo numa casa enorme disputando um grande prêmio, muitas vezes encarando provas físicas ou mentais para se destacar dos demais em prol do sucesso, evidente que estou falando do Oscar!
Essa cerimônia televisiva que mostra como a população não dá a mínima para as demais premiações do mundo (ou você vai me dizer que sua família acompanha o Globo de ouro?).
Mas eu não vou me estender sobre a premiação, até porque só me caberia comentar que o Pantera Negra estar concorrendo à Melhor Filme é um marco histórico nessa indústria de pouco mais de 120 anos, depois de 90 edições da premiação onde meia dúzia de mulher foram indicadas à melhor direção e dessas, uma só ganhou (e eu desafio-o à comentar quem é ela sem pesquisar no Google), acho bacana um filme tão representativo estar "nas cabeças".
Eu quero falar de cinema, mas do Nacional. Sim, do Brazuca, do José Mojica, do Jorge Furtado, do Zé Padilha, e agora, do Daniel Rezende!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Sentimento sem poesia

Você me deu flores de primavera
as borboletas que nelas pousaram, nasceram na minha barriga.
As flores murcharam
se decomporão
E eu boba, não queria deixa-las ir.

Não queria, porque junto não se decompôs o amor,
e assim se passaram as semanas.
Com minha primeiras flores murchas.
E talvez, só talvez...
Meu primeiro verdadeiro amor.

O que me fez depois de meses escrever numa noite de insônia.
Sem nenhuma rima ou métrica, porque sentimento nunca obedeceu regra.
Então porque logo o amor tentaria se encaixar nas formas de sofredores poetas?

Pois é, com isso ele não se interessa.
Prefere de mim fazer chacota com as flores mofadas.
Logo eu que nunca me apeguei a nada...

Fiquei presa.
No fim, elas foram embora.
Tinham que ir, mas não sem levarem de mim um pedaço
que me fez sentir por meses a dor de perde-las.
Uma dor que talvez com o tempo possa ser curada só por lembrar que pude tê-las.

Afinal, você me deu flores...
                                     

                                                      Raíra




terça-feira, 20 de novembro de 2018

Bier e a Blitz

Precisamente ontem fez um ano que isso aqui aconteceu, e eu prometi aos meus amigos que ia fazer uma postagem detalhando o causo aqui no blog.


Naquela semana, os canais do Telecine estava aberto para os assinantes da (Oi, Claro, Vivo, Net TV?, eu não vou propagandear pra nenhum dos lados. Só se rolar uma graninha) TV paga...

Estava vendo um filme (Deadpool, que eu estava me devendo), e tinha acabado de assistir Dr. Estranho.  Mas a falta de sorte resolveu aparecer. No início do segundo filme, senti uma coceira na perna.






"Só uma coceira", eu pensei. Preferi me manter indiferente ao desconforto, porque eu não queria ficar me devendo mais uma vez o filme do Deadpool. (Eu não sabia que a Fox ia exibir esse filme mensalmente em 2018, não tinha nenhuma garantia de quando poderia vê-lo novamente.)

1h da noite, eu tava numa boa, então, repentinamente...  a coceira virou uma dor (não lancinante, mas) preocupante. Coloquei a mão na perna e senti: uma maldita lagarta perambulou pela minha calça e picou minha perna.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Aqui jaz uma amizade



É engraçado como certas modas funcionam. Precisamente ontem, perdi uma amizade antiga, e devo esse favor ao Facebook. É uma linda história, até que um (ex)amigo meu meteu a colher onde não devia. Em respeito a essas duas amizades, não colocarei nomes aqui, mas a história fica.


Aliás, moça, eu tenho certeza de que você não vem mais aqui, muito antes desse bafafá. Só que essa porra desse blog é meu, e eu escrevo a desgraça que eu quiser. Se fizer o mesmo, pode deixar o link do seu blog ali nos comentários. Mas duvido. Duvido, porque eu sei que você não se importa. Se se importasse, não teria feito o papelão que fez!

Adiante? Não, atrás: foi ontem!

(Insira uma referência a Chaves aqui)

segunda-feira, 9 de julho de 2018

A primeira vez que a SNK foi vendida

O ano é 2000. No fliperama, alguns de nós debatíamos o futuro da SNK, já que o rumor dizia que a SNK havia agendado o fechamento de portas. Entre esses jovens, este que vos narra.

Eu estava aborrecido com a notícia. Logo a SNK? Ela, que me divertiu tanto com a série The King of Fighters? Claro, eu adorava as outras séries, mas KOF estava acima de tudo.

Enquanto revesávamos rounds no KOF 98, Cid e Warg conversavam comigo sobre as possibilidades. Havia alguns contras a esse rumor: CAPCOM vs SNK por exemplo. O jogo marcava uma realidade onde lutadores dos dois universos se conheceram, como se fosse um único universo. Ryu, Ken, Chun Li e companhia trocavam golpes com Kyo, Iori, Mai e outros, com direito a aberturas especiais, referenciando supostas amizades e inimizades entre lutadores das duas franquias.

CAPCOM vs SNK era um sonho se tornando realidade. Certamente envolvia questões como direitos autorais, o que implica em lucros, verdinhas, tutu, faz-me-rir, cifras e cifrões. Logo agora, a SNK estaria falida? A CAPCOM ficou com uma fatia muito maior desses lucros?

Nessas épocas, o Orkut estava em alta. Me lembro de mergulhar as possibilidades nas comunidades. Inclusive levantando a possibilidade de a CAPCOM também estar mal das pernas. O resultado disso foi engraçado. 

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Causos da Raíra - Causos de Infância


Oi Pessoas! Oi humanoides!
Hoje trago uma proposta diferente, esse causos não virá temperado com o humor comum. Por que entre outras coisas não é comum, digo isso me referindo ao tipo de causos que costumo compartilhar com vocês. Também espero que assim como não é comum escrever sobre isso, espero que esses causos não sejam comuns um dia, assim como todos os outros, que se tornem mitos como tantos outros crimes se tornaram.



Eu tinha 5 anos, lembro pouco desse episodio. Estava ensaiando para a minha primeira quadrilha junina. Estava animada, apesar de sempre ter sido introvertida, nessa época era mais aberta, a professora dividiu os pares, e me colocou junto com um garoto que era duas vezes o meu tamanho quase.

Nós seguimos as instruções da professora, quando dançava comigo ele apertou muito forte minha mão, ela doeu,  eu falei " você está me machucando, para". Não acho que a professora veio em nossa direção ou algo assim, acredito que ele tenha parado. Se fez, logo começou de novo porque lembro de falar " se você fizer isso de novo quando a gente se apresentar, vou deixar você sozinho no salão", isso me lembro claramente.

Chegou o dia da apresentação, minha família estava presente assim como a dele, não me lembro se disse ou não a professora o que tinha acontecido no ensaio, começamos a dançar, e ele de novo apertou muito forte a minha mão, larguei ele no meio da apresentação, com raiva, e fui a mesa da minha família. 
"Você não pode deixar a apresentação na metade, volta lá"- disse a minha mãe, eu contei a historia e ela logo me deixou quieta, não insistiu mais, não me lembro dela ter feito algo além disso.




Dessa vez eu possuía 7 anos, estava na casa de uma prima durante as ferias, ela ainda estava em aula e tinha uma festinha na escola, logo fui convidada a ir. 
Mas existia um pequeno problema, eu não tinha nenhuma roupa de sair, não tínhamos pensado nessa possibilidade ao fazer a mala. Minha tia logo sugeriu que eu usasse uma das saias de minha prima, que tinha 5 anos, ela tinha uma saia que era grande demais nela, e coube em mim, apesar de ficar muito curta.

Na festa brinquei bastante, lembro de brincar muito com um menino, eu estava simpatizando com ele, até que ele me chamou de vadia. Acho que ele tentou me agarrar, ou agarrou minha saia,  não lembro bem, mas lembro dele ter falado que eu era vadia porque estava usando uma saia muito curta.

Também lembro de voltar para a casa da minha prima chorando de raiva, e muitas outras coisas que são tão difíceis de se explicar ou de se entender para uma menina de 7 anos. 
Sei que a minha tia não viu maldade alguma ao me emprestar aquela saia, porque ela me via exatamente o que eu era, uma criança.



Então voltaram as aulas, e fui a escola.
Um garoto novo entrou na nossa turma, lembro que ele era gordo, usava o cabelo tipo tigelinha de um loiro acobreado, fui receptiva assim como todos da turma apesar de nessa idade já estar um pouco mais retraída.
Num dia fiquei até mais tarde na sala de aula depois do toque para o recreio, não lembro exatamente o porque, ele também ficou.

"Me dê um beijo"- ele falou, e não estava pedindo, eu ia sair, ele me segurou o braço com força, ele estava na frente da porta. Dei um chute com toda a força que tinha no saco dele.
Ele me largou e se encolheu no chão se contorcendo de dor, lembro de falar "se você contar a professora ou a diretora o que aconteceu, espalho que você chora como uma menininha". 
Eu falei porque acreditava que seria punida, não sei porque pensei isso, mas queria que hoje fosse diferente.



Esses causos não foram vividos por mim na adolescência, ou agora na fase adulta. Se passaram na minha infância. Foram crianças que agiram dessa forma, e crianças não costumam fazer muito além do que aprendem com os pais e com a sociedade. então creio que merecem uma reflexão. Acredito que todos podemos ser melhores exemplos do que os que esses meninos receberam.


sexta-feira, 4 de maio de 2018

Coisas que me irritam profundamente em Overwatch!


Desculpem, pessoas! Eu andei tão atarefado nos últimos tempos que nem dei as caras por aqui. Só produzi postagens quebra-galho para o Reflexão Nerd (que faço com meu amigo Schell) e algumas análises de games para o site do Jogo Véio. E como este blog é um exercício do meu ego, eu me coloco em segundo, terceiro, até último lugar na hora de escolher sobre o que postar.

Deixando de longas milongas, aqui vai uma pequena lista de coisas que me aborrecem no meu FPS cooperative favorito: Overwatch!

HEADSHOT!


Ai! Não importa qual o cenário, Hanzo e Widowmaker adoram tentar arrancar a cabeça do meio dos seus ombros. É impressionante a distância que a Widow consegue atingir você, quando na sua tela ela ainda é um único pixel de cor preta praticamente no fundo do horizonte do seu campo de visão. Uma luz avermelhada acende em direção à sua tela e... já era, você não pode ganhar um terceiro olho e continuar vivo. Caraca, Snipers! Juram que precisam jogar tão sujo?
O mesmo se aplica a uma Phara que cisma em um único alvo.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Saudades de mim?!

Oi pessoas! Oi humanoides!

Sim, eu sumi,
Não ninguém me sequestrou para roubar meus órgãos.
Ainda estou vivinha da silva, da perreira, ou da costa. Então não precisam se preocupar, o que acontece é que estou numa fase de conclusão de curso, o que me faz queimar muitos neurônios com aquele monstro mítico que foi nomeado de TCC. Como os neurônios andam escassos por aqui, estou me limitando a usa-los unicamente para zerar esse jogo derrotando o chefão que é chamado assustadoramente de "A BANCA".

Então apesar de não poder dizer que estou REALMENTE bem...
Ainda estou com juízo o suficiente, meus circuitos ainda funcionam, apesar dos lags e total destruição de alguns parafusos, logo logo estarei de volta, renascida das cinzas como uma fênix.
Ou talvez como a Dercy... (nunca se sabe)


Até mais humanoides!!!!

!

sexta-feira, 9 de março de 2018

Forma Humana

As vezes penso porque essa forma?
O que justifica essa forma, porque dois braços, duas pernas?
Porque devo acreditar que tenho semelhança com o Deus?
Tudo é simbólico, sendo assim qual o significado do simbolo que é o corpo humano?
Qual o sentido em ser assim? Porque tem que ser assim?

Se você está querendo uma conclusão no fim desse texto é melhor parar aqui, no geral não gosto de concluir nada. Pensamentos são belos, mas as coisas mais belas costumam ser as que se permitem ser e não ser. Concluir uma ideia é assassinar possibilidades.

As coisas mais bonitas parecem ser as que nunca foram, nunca existiram...

Se você continuou então ficou por sua conta e risco.

A essência é uma só coisa, então porque devo ver sentido nesse corpo?
Qual a utilidade de me apegar a isso? Quando nada mais é do que uma matéria estranha que nos prende a o que chamamos de realidade, não poderíamos ter outra forma?

Se não, então porque exatamente essa?

"Do que você está reclamando somos a especie mais inteligente do planeta!"

E no que isso foi útil? uma especie que descrimina os seus iguais e que não pode confiar em ninguém para que possa existir uma razoável paz social. Qual a utilidade de ser humano?

Dessa especie egocêntrica o suficiente para acreditar que é o centro da vida no planeta?
Que é a imagem de um Deus, que é feita de estrelas.

Para quê serve o homem?
Qual o sentido da humanidade? O que é realmente ter humanidade?

Sim, realmente ter. Porque um ser que nasce, cresce, sobrevive, procria, e morre é um animal. A maioria dos homens são animais, preferem excluir de si tudo o que os faz se aprofundar, preferem ser rasos, tem medo do que vive neles no escuro.
E isso não é necessariamente ruim, é uma escolha, a escolha pela ignorância. Muitos se julgam por isso, essas pessoas não sabem que quem escolhe se aprofundar nem sempre teve essa opção.

A ignorância pode não trazer a verdadeira felicidade, mas lhe protege de sofrer com a certeza.

A duvida é um pesadelo horrível, mas não existe se você nunca pensou.

Mas mesmo assim, de alguma forma algo em mim me fala que é muito triste morrer sem nunca sequer abrir os olhos.

Então, porque do ser humano?
O que é o homem?

quinta-feira, 8 de março de 2018

Para a mulher que eu amo...

Você sabia...
...que eu queria morar mais perto de você?
e que se tem algo que eu me arrependo...
... é que eu tenha feito tão pouco parte da sua vida.

Você sabia...
... que todos os nossos encontros me deram muito,
encheram meu peito, e não saem da minha cabeça,
todos os momentos, cada segundo,
tudo que tive contigo valeu-me como o ouro?

Eu queria que você soubesse...
...o quanto a tua voz aquece meu corpo;
...o teu olhar acelera meu coração;
e o teu sorriso coloca mais sentido
no que eu chamo de viver.

E que soubesse...
Que os meus olhos sempre tentam imitar o brilho dos teus.
E quando meus olhos te encontram, dilatam,
como se tivessem fome de todo o teu ser,
e quisessem que você não saísse mais de dentro deles.

E quero que saiba...
Que a minha mão suou em contato com a sua.
Minha respiração precisou de toda a minha atenção
pra não desritimar.
E que quando a abracei, eu não tive medo...

...do céu, das nuvens escuras, do apocalipse.
Porque você estava em meus braços!
Você, envolta por eles, me ilumina.
Me dá forças pra continuar.
Enquanto não nos encontramos,
até nosso próximo momento juntos,
Eu vou continuar a lutar.