sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Abelhas?!






Dâhh! Lógico que são Dona! O que você esperava?! Me surpreendo pelos golfinhos também não terem desaparecido... ¨¬¬

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Os mestres da nossa querida ficção!

Minha última postagem havia sido sobre o dia dos professores, disso vocês lembram, né? Se você não desejou parabéns para nenhum dos seus mestres, meus mais sinceros desejos que você pegue lepra galopante ou que seus olhos rolem dás órbitas direto para o chão e que você, em desespero, pise em cima deles. De nada!

...

Sabe, andei pensando muito aqui com os meus botões: faltam menos de 5 anos para que eu vire um quarentão. Eu fico pensando em que tipo de velhinho eu irei me tornar, quando os cabelos brancos chegarem em abundância. (Chegarem em demasia, não na bunda! Por favor!!!)

Vocês já cansaram de ler a respeito de games e animes aqui no blog, então decidi falar sobre eles, os mestres das ficções que este espaço mais respeita.


Kesuke Miyagy - Karatê Kid
 
Isso aí! Vamos começar com o pé direito! O Sr. Miyagy foi a primeira referência respeitável que encontrei no cinema à arte que considero suprema! Sem contar que a história de Miyagy é bonita e tradicional, como japonês autêntico. Além do mais, ele é interpretado pelo Pat Morita. Tem que ser um velhinho casca-grossa pra ser interpretado por ele. O Karatê Kid era tão foda que virou até desenho animado do início da década de 90.



Upgrade: Karatê Kid teve um remake que não chega perto do clássico, mas vale a tentativa. O Sr. Miyagy foi categoricamente substituído pelo Sr. Han, que é ninguém menos que Jack Chan.






sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Aquele seu amigo inconveniente...





Jack... Solta... Menos, BEM menos!


sábado, 15 de outubro de 2016

Aos mestres, com carinho!

"A verdade é a verdade até o fim dos tempos!"
- William Shakespeare

 Eu estava aqui, preparando uma postagem sobre os professores da ficção, e me ocorreu que até os mestres têm mestres. E que faz muito tempo que eu tenho muuuuita coisa pra dizer sobre os meus professores. Você sabe, esses profissionais que dão o corpo e a alma ao aprendizado de crianças malcriadas que pintam e bordam horrores na sala de aula, comprometendo 30, 40 ou 50% da hora trabalhada e quase sem sucesso. Nossa, pessoas!

Você que está aqui, lendo este post no blog, possivelmente deve achar a minha opinião importante para alguma coisa. Ou talvez seja meu senso de humor que chame você até aqui. De toda a forma, se você discorda quando eu digo que o professor tem que ser respeitado SEMPRE, você não merece estar aqui! Sério, vá ler alguma polêmica do "Big Brother" ou de "A Fazenda", ou ainda qualquer coisa "produtiva" dessa extirpe. Mas vaza! O mundo nunca terá energúmenos suficientes, vá em frente.

Muito do que eu sou, eu devo a eles, os professores. E de hoje não passa! Eu vou publicar minha humilde homenagem a essa turma da qual eu jamais poderei compensar por tudo de bom que há dentro de mim!

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Quando o figurante rouba a cena...





Isso sim é uma vovó de respeito!!!

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Carta ao adversário – 03/10/2016 – Saguão de Batalha – SFV

                     Caro Hermano,
Desculpe, eu não consigo lembrar seu nickname. Lembro-me muito bem daquela bandeira da Argentina. Caso não se lembre de mim, eu sou o Sr.Bier, era proprietário do Saguão intitulado: “Aguardando players de nível Rookie- até Super Bronze.” Ah, você era Super Bronze. Que bom. O anúncio foi lido e correspondido.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Nada de se "amigar" com a Donna, Doutor!





Pode ficar quietinho palito alienígena!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Furi - PS4 - Parte 1

Talvez vocês ainda não saibam, mas eu estou mergulhando na era PS4. Entre as grandes vantagens de se acessar a PlayStation Network, uma delas é a quantidade de jogos gratuitos que ela quer que você jogue por razões que não consigo compreender.

Serião! Não sei porque cargas d'água as empresas fazem jogos gratuitos que não oferecem vantagem alguma através do DLCs (os conteúdos adicionais pagos).

É o caso de Fury. Eu joguei muito pouco ainda para saber de mais detalhes, mas a coisa parece ser um bom derivado de Afro Samurai, adicionando cores psicodélicas. Não estou brincando: no jogo, você é um samurai (que até onde eu cheguei, ainda não tinha nome) aprisionado em um universo com cores desconexas e muito efeito neon. A história conta poucos detalhes, mas você percebe que o samurai (ou ninja, sei lá...) que pertencia à resistência foi capturado e torturado por dias e dias, por um carcereiro cretino.

Em um desses dias de martírio, um monge com um capacete de coelho de pelúcia aparece, fica fazendo filosofias ao vento, liberta o samurai e entregando-lhe a espada e a pistola (hein?) ensina a devolver o castigo ao carcereiro. Começa a primeira luta-tutorial-very-hard-first-stage.

Caras, eu não estou brincando. Outra coisa que não consigo entender é como um sábio que quer ser respeitado põe uma coisa dessas na cabeça. Mas vamos dar uma chance a esse universo paralelo...