terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A Filosofia dos Cavaleiros do Zodíaco

Opa! Primeiro post do ano, e eu queria começar bem.  E análise das filosofias dos personagens sempre me pareceu uma boa ideia, geram uma salutar discussão como também incentivam a leitura. E eu amo vocês que leem as coisas que eu escrevo, então...



Hoje eu convido vocês, meus amigos a analisar um pouco das filosofias dos principais cavaleiros de bronze. Normalmente, eu gosto de misturar um pouco de protagonistas, anti-heróis e vilões nesse tipo de post, mas acho que com CDZ, as coisas têm que ser diferentes, não? Adiante, cavaleiros atenienses!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

3 ocasiões em que a vida imitou a arte (e pagamos um alto preço)

Numa outra ocasião, eu expliquei que a humanidade não aprende mesmo, por maior que seja o talo resultante do murro dado na ponta da faca. E acredito que as coisas sempre foram assim. Hoje, eu descolei um tempinho pra mostrar 3 das diversas oportunidades que a humanidade teve para ficar calada, mas abraçou uma causa e o resultado foi catastrófico.

Werther e a onda de suicídios


O alemão Johann Wolfgang von Goethe publicou em 1774 sua obra, um marco do Romantismo na Literatura Mundial. O livro conta, através de cartas escritas por Werther endereçadas a um primo, como este se apaixona perdidamente pela jovem Charlotte (ou Carlota, dependendo da tradução). Ela, por sua vez, já é prometida de um outro homem. A vida de Werther não encontra maiores significados se não o de estar sempre ao lado de Charlotte.
Vendo que seus avanços são infrutíferos, ele se afasta dela e de seu prometido, mas não resiste aos impulsos da paixão. Cada "não", cada xingamento e mesmo cada bofetada acabam aumentando ainda mais essa paixão doentia. O protagonista, não vendo saída para a situação, pede uma arma de caça emprestada do noivo de sua amada e com ela tira a própria vida.

domingo, 23 de dezembro de 2018

I have a dream

"Baixa esse celular e me escuta, p*#@!"

Olá pessoas! Sonhando muito? Espero que sim!
Faz muito tempo que não escrevo em blog, que não pratico o texto mais longo e sem pressa de resumo, então peguem leve ao me achar um chato que vai mandar um áudio e te envia um podcast de 8 minutos de áudio e no final ainda fala "nossa, desculpa, me empolguei, perai que vou mandar outro mais curtinho terminando a história!" e manda um outro menor, de 5 minutos.
Mas toda essa ausência não foi toda em vão, tal qual papai noel, eu apareço uma vez por ano mas passei os outros 360 e tantos dias lendo cartinhas e chicoteando gnomos enquanto eles confeccionam brinquedos e roupas da Renner.

Recentemente encontrei um amigo que não via faziam pelo menos 4 anos, foi um momento muito legal e feliz, eu estava com minha digníssima esposa na estação de trem quando íamos passar as catracas e eu vejo-o prestes a passar das catracas ao sair do trem. Foi um abraço muito apertado e sem moderação de animação de duas pessoas que adoraram se ver. Ele estava vindo para a cidade para ir ao funeral de um tio mas mesmo assim ao me ver, um sorriso de um fã de um livro diante do autor não saia do seu rosto. Ele me perguntou como eu estava e como foram esses últimos anos desde que nos vimos, e por um instante eu desejei ser o Mercúrio (da Fox, não aquele bosta do Vingadores 2) e poder listar quais foram os acontecimentos mais marcantes e poder resumir em algo que eu pudesse desacelerar e contar em breves 3 minutos como se estivesse em um open mic, dando uma resposta mais satisfatória do que "ah cara, muita correria, né".

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Sentimento sem poesia

Você me deu flores de primavera
as borboletas que nelas pousaram, nasceram na minha barriga.
As flores murcharam
se decomporão
E eu boba, não queria deixa-las ir.

Não queria, porque junto não se decompôs o amor,
e assim se passaram as semanas.
Com minha primeiras flores murchas.
E talvez, só talvez...
Meu primeiro verdadeiro amor.

O que me fez depois de meses escrever numa noite de insônia.
Sem nenhuma rima ou métrica, porque sentimento nunca obedeceu regra.
Então porque logo o amor tentaria se encaixar nas formas de sofredores poetas?

Pois é, com isso ele não se interessa.
Prefere de mim fazer chacota com as flores mofadas.
Logo eu que nunca me apeguei a nada...

Fiquei presa.
No fim, elas foram embora.
Tinham que ir, mas não sem levarem de mim um pedaço
que me fez sentir por meses a dor de perde-las.
Uma dor que talvez com o tempo possa ser curada só por lembrar que pude tê-las.

Afinal, você me deu flores...
                                     

                                                      Raíra




quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Heavy Rain - Artigo


Demorou um bom tempo para que jogos de videogame fossem considerados arte. Eu entendo esse (anterior) impasse. O cinema também demorou para obter esse título, mas hoje é conhecido como "a sétima arte". Isso até a concepção de "Cidadão Kane", o filme que provou que o cinema é uma arte.

Com os videogames, a coisa demorou um pouco mais. Muito mais. Mas nós, gamers, também tivemos nosso próprio Cidadão Kane: "The Last of Us". Desde então, as pessoas começaram a entender que videogames contam uma história, assim como um livro ou filme. Claro, não estou dizendo que Pitfall é melhor que Mogli, nem que Enduro é melhor que Velozes e Furiosos, mas o ramo dos games evoluiu a ponto de ganhar temática, enredo e até moral, portanto sim, games são arte e defenderei isso até o fim de meus dias.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Parabéns, Bruce Lee


Bruce Lee completaria 78 anos hoje, se estivesse vivo! Seu marco na história (na minha simples opinião) foi muito além das glórias nas artes marciais, muito além das habilidades do seu corpo, muito além dos anos de treinamento. Ator, diretor e, especialmente, mestre das artes marciais... Embora sejam ótimos atrativos, ele não era só isso.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Bier e a Blitz

Precisamente ontem fez um ano que isso aqui aconteceu, e eu prometi aos meus amigos que ia fazer uma postagem detalhando o causo aqui no blog.


Naquela semana, os canais do Telecine estava aberto para os assinantes da (Oi, Claro, Vivo, Net TV?, eu não vou propagandear pra nenhum dos lados. Só se rolar uma graninha) TV paga...

Estava vendo um filme (Deadpool, que eu estava me devendo), e tinha acabado de assistir Dr. Estranho.  Mas a falta de sorte resolveu aparecer. No início do segundo filme, senti uma coceira na perna.






"Só uma coceira", eu pensei. Preferi me manter indiferente ao desconforto, porque eu não queria ficar me devendo mais uma vez o filme do Deadpool. (Eu não sabia que a Fox ia exibir esse filme mensalmente em 2018, não tinha nenhuma garantia de quando poderia vê-lo novamente.)

1h da noite, eu tava numa boa, então, repentinamente...  a coceira virou uma dor (não lancinante, mas) preocupante. Coloquei a mão na perna e senti: uma maldita lagarta perambulou pela minha calça e picou minha perna.