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segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Domine território em seu escritório!


 Com um pouco de material do escritório, e alguns da hora do almoço, você conseguirá dominar algumas mesas. Conquiste seu espaço!

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Aqui jaz uma amizade



É engraçado como certas modas funcionam. Precisamente ontem, perdi uma amizade antiga, e devo esse favor ao Facebook. É uma linda história, até que um (ex)amigo meu meteu a colher onde não devia. Em respeito a essas duas amizades, não colocarei nomes aqui, mas a história fica.


Aliás, moça, eu tenho certeza de que você não vem mais aqui, muito antes desse bafafá. Só que essa porra desse blog é meu, e eu escrevo a desgraça que eu quiser. Se fizer o mesmo, pode deixar o link do seu blog ali nos comentários. Mas duvido. Duvido, porque eu sei que você não se importa. Se se importasse, não teria feito o papelão que fez!

Adiante? Não, atrás: foi ontem!

(Insira uma referência a Chaves aqui)

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

About Raíra!


Vocês sabem que dia é hoje?
Sim, hoje é 13 de setembro. E é uma tradição aqui do blog cumprimentarmos a Raíra por mais um aniversário!

Tem tantas coisinhas boas acontecendo ao mesmo tempo em 2018, que às vezes fica difícil deixar o blog atualizado.

Mesmo assim, vale a pena dar uma conferida no que ela produziu pra a gente neste canto virtual tão surrado pelo tempo, mas muito forte graças a vocês!




Em setembro do ano de 2017 (após a singela homenagem que fizemos), ela iniciou sua série As Crônicas de Nashtar.

Teve muitas tirinhas baseadas em Doctor Who, série da qual ela é (a maior) fã!






segunda-feira, 9 de julho de 2018

A primeira vez que a SNK foi vendida

O ano é 2000. No fliperama, alguns de nós debatíamos o futuro da SNK, já que o rumor dizia que a SNK havia agendado o fechamento de portas. Entre esses jovens, este que vos narra.

Eu estava aborrecido com a notícia. Logo a SNK? Ela, que me divertiu tanto com a série The King of Fighters? Claro, eu adorava as outras séries, mas KOF estava acima de tudo.

Enquanto revesávamos rounds no KOF 98, Cid e Warg conversavam comigo sobre as possibilidades. Havia alguns contras a esse rumor: CAPCOM vs SNK por exemplo. O jogo marcava uma realidade onde lutadores dos dois universos se conheceram, como se fosse um único universo. Ryu, Ken, Chun Li e companhia trocavam golpes com Kyo, Iori, Mai e outros, com direito a aberturas especiais, referenciando supostas amizades e inimizades entre lutadores das duas franquias.

CAPCOM vs SNK era um sonho se tornando realidade. Certamente envolvia questões como direitos autorais, o que implica em lucros, verdinhas, tutu, faz-me-rir, cifras e cifrões. Logo agora, a SNK estaria falida? A CAPCOM ficou com uma fatia muito maior desses lucros?

Nessas épocas, o Orkut estava em alta. Me lembro de mergulhar as possibilidades nas comunidades. Inclusive levantando a possibilidade de a CAPCOM também estar mal das pernas. O resultado disso foi engraçado. 

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Natal 2017

Contando esta postagem, este ano rendeu apenas 80 postagens.


Que droga, ne?


Pelo menos abusamos do bom humor. Estou devendo isso ao acervo que a Raíra nos disponibilizou sobre Doctor Who... E uma ou outra piada minha.


Confesso, to sentindo falta do bom humor neste blog. A gente já foi mais engraçado, eu lembro. Coloco um pouco da culpa no Facebook, que é mais rápido pra espalhar piadas do que qualquer blog. O que me lembra: os grandes blogs que conheço não se afetaram pelo "boom" das redes sociais.

Quando eu lembro disso, me vem uma única palavra à mente: Carambolas! - depois disso eu sempre vou jogar Street Fighter II no emulador.

Eu queria fazer uma lista de coisas mais legais que já ganhei de natal, mas... sabem, eu já passei por mais de 30 natais, não sei bem se vou lembrar de tudo. E tem coisas que eu ganhei que nem sequer me lembro se foi de natal ou não.

Eu pensei em contar pra vocês um ou outro conto de natal que eu vivi. Mas como fui uma daquelas crianças cretinas que merecia ser morta por um serial killer, prefiro manter minha imagem de bom mocinho com vocês.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

E pra Raíra, tudo ou nada?!?!?!

Tudo!!!

Mas antes de eu começar com esse tudo, aqui vai uma história... breve.

"Peguei meus R$2,00 e parti."
2014 havia sido um ano difícil pra mim. Algumas pessoas haviam me decepcionado muito, a ponto de eu chegar a questionar minha própria existência. Amigos meus se compadeceram com os eventos que foram tão catastróficos pra mim. Gabriel era como um cúmplice, me ajudava a fugir da rotina que me esmagava. Outros amigos meus, como o Pi e o Sorata fizeram alguns esforços para me acompanhar em uma jornada incrivelmente inglória, em busca de uma mudança de vida.

Nenhum amigo meu, no entanto, poderia me acompanhar por tanto tempo e se fazer presente em momentos que foram cruciais para mim. Não me interpretem mal, eu não estou culpando nenhum de vocês por isso. Mas uma pessoa liberou um bom espaço na sua agenda para me atender sempre que pode, mesmo vivendo tão longe de mim. E, sim, amigo leitor, essa pessoa era a Raíra.

Eu não posso negar que me esforcei para tentar manter a qualidade neste blog. Eu sei que fracassei miseravelmente e o problema deve ter ficado visível aos olhos de vocês. Gabriel me ajudava, mas nossas ideias e pesquisas começavam a ser infrutíferas, então conversamos e chegamos à conclusão de que precisávamos engrossar nosso elenco.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Conversa com uma amiga:


-Ah, Bier... as pessoas olham para o teu facebook e pensam que tu tá apaixonado. Até uma amiga minha, e deixa eu te antecipar: comprometida, me perguntou qual é a tua.
- E o que tu disse?

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O Provão do GJ.

Lá vem história de novo!

O GJ era um bom aluno meu. (Eu vou identificá-lo assim por razões que já coloquei em posts anteriores.) – Confesso que no início, o GJ estava numa turminha difícil: segundo ano do ensino médio no turno da tarde, nos calores escaldantes da cidade de Taquara. Eram apáticos. Você, no papel de educador, ficava longos minutos exemplificando, explicando, tentando comprovar teorias e ouvia apenas o “cri-cri” dos grilos.
(Quino)

Poucas semanas depois de ter começado o trabalho com aulas de Língua Portuguesa e Literatura, o GJ comentou que gostava de ler Harry Potter. Ele um dos poucos que respeitava meus conhecimentos. Embora também não se manifestasse numa turma “muda”. Se bem que, convenhamos, é difícil você conversar em um local em que ninguém mais se manifesta, não?

O ano passou e o GJ ficou em duas disciplinas. Uma delas era Língua Portuguesa e a outra era Física (se a memória não me prega peças). Mas o professor da outra disciplina disse “ah, bota ele no provão. Não precisamos reprovar o guri!”.

Essa preguiça desse outro professor me deixou irritado. Eu também poderia dar os pontos para o GJ e tava tudo certo. Mas nós, professores, tínhamos o consenso de não passar ninguém por poucos pontos. Isso era motivo de Provão: uma única disciplina com toda a matéria do ano, para que o aluno prove que aprendeu, sim.

sábado, 13 de setembro de 2014

O Sonho mais louco que já tive

Não gosto muito de citar os nomes dos caras nos contos que posto aqui no blog. Mas esse é diferente, porque reúne a equipe de Canoas com quem trabalhei durante 4 anos.

Então eu vou contar o  sonho e explicar a ligação deles entre sonho e realidade.

A minha empresa estava cuidando nada menos do que de uma colônia lunar. Até aí, pode parecer fantástico e entusiasmante, mas no sonho o trabalho era tão comum que não nos despertava a menor empolgação.

Nossa base, internamente, lembrava-me muito o escritório em que trabalhei com esses colegas que me referi na introdução...

Começamos vestindo os trajes de astronauta, enquanto o Carlos nos explicava que aqueles trajes eram novos e vinham com um teclado (caso quiséssemos enviar mensagem a ele) acoplado ao braço (como aquela roupa no filme “O segredo do abismo”). Nesse mesmo braço estava um maçarico (ao estilo Megaman), já que nossa missão naquela data era soldar algumas unidades de Silo espacial (que eram umas cápsulas esféricas de metal branco beeeem lunar mesmo).

[Na realidade, o Carlos ficou de chefe da minha divisão nas férias do Marcos, esse era o chefe titular, isso bem na época do sonho.]

Eu estava achando a explicação um pouco massiva, e concluí que era só esperar pelos colegas, afinal, eu já sabia o que fazer, e não estava a fim de saber o porquê. E acredito que deixei de ouvir um alerta importante do qual Carlos estava tentando nos passar...

Por último, Carlos deu a informação de que poderíamos falar normalmente uns com os outros, pois havia microfones e fones de curto alcance nos trajes, mas coisa da qual estávamos acostumados.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Lá vem história...

1996 marcava época para mim...

O evento marcante da era televisiva do Brasil foi o lançamento das Chiquititas, que eu, por óbvias questões sociais fazia o possível para não assistir.


E olha que amigos meus chegaram a me incentivar. Eu não vou revelar nomes, não. Podem ficar tranquilos. O meu amigo T., que está em Porto Alegre, muito bem casado, com uma filha e com sua sexualidade muito bem resolvida, por exemplo... queria que eu visse para que a gente avaliasse as garotinhas. Aí o programa até ficou interessante.

Depois o meu amigo E., que me fez assistir a um documentário de 1h30 sobre a novela... no fim das contas foi divertido.

O caso é que eu evitava, porque seria um alvoroço enorme na minha cidade tão pequena. Embora eu estivesse seguro de mim, já tive muitos apelidos e sofri de bulling antes mesmo de ele ter nome. Então, não dei chance para o azar, sem Chiquititas, nem nos meus maiores segredos.

Até que, miseravelmente para mim, a Editora Abril (acho) lançou a Revista das Chiquititas. Mas que diabos isso teria a ver comigo? Bom...

O fato é que a minha tia (que também não vou identificar) comprava para a minha prima (filha dela, lógico!) a maldita revista. Isso na banca que ficava em frente à farmácia em que um amigo meu trabalhava. E a tia em questão tava devendo uma grana na farmácia, então ela teve uma ideia brilhante: pedir para o sobrinho aqui ir até a banca, pois eu estaria acima de qualquer suspeita.

Piorando um pouco a situação, a locadora de videogames que tinha na cidade ficava ao lado da banca, o que significava que grande parte dos garotos da cidade já estava lá.

Agora vamos fazer uma rápida pausa:
Caras, eu tava ferrado! Ferrado, ferrado, ferrado! Fazer esse favorzinho para minha tia implicaria em anos de fama (injusta, diga-se). Eu ia ficar famoso da noite para o dia como "O guri que assiste Chiquititas", pra coisas bem piores, pois eu já tinha os apelidinhos ridículos, então o pesadelo se intensificaria!

Terminando a pausa, quando minha tia fez o pedido que me renderia um status único na cidade, eu estava de pijamas. Sim, era um sábado. Já que eu estava na fila do corredor da morte, resolvi enrolar o máximo possível, para aproveitar os últimos suspiros da minha (já quase morta) vida social: demorei o quanto pude para me vestir... escovei os dentes 3 vezes, calcei os tênis demoradamente, experimentei umas 3 combinações de roupas... até que minha tia, como o carcereiro, me empurra para o corredor, dá uma batidinha na porta do meu quarto e me pergunta: "Maninhooô, tu não vai?" (sim, a tia me chamava de Maninho).

Aí eu já havia me despedido de tudo mesmo. "Tô no inferno, vou dar um abraço no Capeta!"

Aceitando minha sina, sentei, pela última vez, menos infeliz no sofá para amarrar uma quarta vez os sapatos. Foi quando entrou minha outra prima, a Cacau, pela porta da sala.

Por Deus! Eu estava a salvo. Olhando para minha vida social eu não que eu tinha muuuito a perder, mas era bem melhor que ela me quebrasse esse galho do que eu me condenasse a mais um motivo para rirem de mim até o ano de 2020.

Contei toda essa história (tirando a parte em que eu enrolei) para minha prima e expliquei a ela que seria no mínimo embaraçante realizar a tarefa que minha titia pediu inocentemente.

- Sem problema. - ela me disse - Só vou esperar a Kátia chegar e a gente vai lá e compra ela pra ti.
- Pra mim, não, peloamordeDeus! Pra ela! Pra tia!

Não demorou muito e a Kátia, amiga da Cacau, chegou. Cacau contou esse drama para a Kátia e exclamou "Coitado!".

Cacau fez a compra e entregou a revista para a minha tia, sem drama. Depois que tudo correu bem, eu perguntei pra ela se não foi embaraçoso.

- No início foi... - disse a Cacau - ...mas quando o carinha da banca me olhou, eu disse "Não é mole agradar essa minha prima."

Obrigado, Cacau. Sempre fiquei te devendo essa!


Obs.: Se fosse hoje, essa história seria muito diferente...

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Talvez vc queira ler outras historias:

As ideia do Marat (Ó as Ideia!)


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Lá vem história...


Quem paga a conta?

Quando minha família mudou de São Francisco de Paula para Taquara, eu pensava que estava passando para a famosa “cidade grande”. Pensem numa pessoa inocente, esse era eu... auge dos 17 aninhos, achando que tinha trocado a cidadela quase 100% rural por uma metrópole. Taquara, uma metrópole? Sonha, Robertinho. Eu tava trocando o fiofó do mundo pela bolsa escrotal do mesmo... E digo isso, embora ainda tenha simpatia pelas duas cidades... enfim, eu mal fazia ideia de onde estava me enfiando.

Eu estava no 3º ano do Ensino Médio, conheci muita gente nova, especialmente na escola. Dali, pouca gente marcou presença em minha história. Desses eu destaco o Warg e o Fernando Mazeh. Os dois tinham muito em comum comigo, especialmente o gosto por videogames. O Warg merece um baita texto, mas hoje eu puxo a brasa pro assado do Mazeh.

domingo, 13 de maio de 2012

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Level UP!!!

Esta postagem é uma pequena lista pra mostrar a algumas pessoas o quanto respeito ganharam com este blogueiro que vos fala.

Confere se vc acha o seu nome aí...
Os nomes que se destacaram em 2011 na minha vida são:

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Senta que lá vem história...

1998 era ano de Copa do Mundo, e aliás, foi o ano em que comecei a entender como uma Copa funcionava...

Na escola também não se falava em outra coisa. Algumas diciplinas como Matemática, Estatística e Geografia usaram a copa como pano de fundo para explicações e novos trabalhos. Ah, eu ia esquecendo... os trabalhos de artística, apesar de chatinhos de se montar, eram muito bonitos quando terminados.

Usando só a memória (e o International Super Star Soccer 64), consigo me lembrar de alguns dos grandes nomes que fizeram parte, pelo menos, da expectativa que tínhamos do mundial.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Lá vem história...

Siga-me
Essa história aconteceu por volta de 1999...
Essa popularidade dos celulares que tem hoje ainda era utopia. Estava o Bier gozando dos 18 anos recém-feitos. Já fazia um ano que era amigo do Dodô.
O Dodô era um tanto falador. Muitas vezes ele nem pensava muito na história que ele estava contando. Uma vez ele me contou que havia jogado Dragon Ball num simulador virtual com uns amigos de Porto Alegre, no qual a luta foi fantástica e "o mais legal do simulador é que a pessoa nem sente que está se movendo".
Noutra vez, ele jurou de pé junto que havia terminado The King of Fighters 95 com o time dos EUA com uma só ficha. (Se vocês não conhecem KoF95, permitam-me explicar: é uma máquina de fliperama terrivelmente difícil. Tá, mas isso ele resolveria treinando, certo? Aham. Só que o time dos EUA NÃO participa do KoF95. Ou ele tinha videogame paraguaio...)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Conversa de bar

[Amigo]
- É... no fim das contas, o amor é uma coisa de idiotas.
[Amiga]
- Eu também acho isso. Não tem nada a ver a pessoa se desligar do resto porque "ta apaixonada". E olha que eu já fui assim. Larguei de mão, sabe? Não vale a pena viver dessa forma.
[Amigo]
- É! Esses mimimis não valem a pena. E tu, Bier?
[Bier]
- Hein? Ah... eu nem vou falar nada, já que eu sou um desses idiotas aí...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Coisas que eu deveria ter dado Print...

Esta é uma daquelas histórias que se contam sozinha. Nomes não serão citados para preservar os envolvidos. Foi em 2009, e eu não me liguei em dar print, então montei partindo do histórico do cara...


Divirtam-se.

sábado, 8 de maio de 2010

Separados ao nascer #05

Porque o tráfico de bebês é algo sério...




...mas este blog não é!

(Mando um salve para meu grande amigo Neco.)

(E outro pro meu dentista, depois que o Neco ver este post.)