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quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Bojack Horseman e o fim de uma era da Netflix

(Publicado originalmente em fevereiro de 2020)

Então, em 2020, é publicada a última temporada de Bojack Horseman. Hoje, separamos uns minutinhos para fazer algumas considerações sobre a série da Netflix.

Quem diabos é Bojack Horseman?


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Metade cavalo, metade homem deprimido…

Além de ser um homem-cavalo, Bojack é o personagem que dá nome à série. Bojack é uma ex-celebridade. Ele era um ator de nível B, devido a um seriado produzido e exibido nos anos 90 – “Horsing Around”. Seu seriado era nos moldes desses seriados que assistíamos no SBT, como “Três é demais” ou “Blossom” (embora eu prefira gigantescamente a primeira comparação, gosto mais do segundo exemplo).

quinta-feira, 14 de julho de 2022

Porque eu odeio Resident Evil 6 – o capítulo final (...e seus antecessores também!)

Não me levem a mal, mas Resident Evil tinha tudo pra dar certo nos cinemas: o enredo horripilante no primeiro jogo, a sensação de pânico no segundo, muitos tiros no terceiro, etc. Mas o que Hollywood faz com um jogo que tem tudo pra dar certo? Você pensou em dizer “Cocô”? Acertou, meu amigo!


Fazer uma história focada apenas nas maracutaias e tretas implantadas com/na Umbrella teria sido uma ótima ideia… se tivessem focado nos personagens que a compunham. Ao invés disso, jogaram Milla Jojovich no nosso colo (não da maneira que gostaríamos) e a deixaram chutar o saco dos fãs da série de videogames.

Basicamente, é isso que os filmes fazem comigo.




Se eu estiver certo, vocês já entenderam que a série cinematográfica de Resident Evil me enche o saco. Isso se deve especialmente à toda essa “licença poética” que os roteiristas e escritores se deram para contar uma história muito diferente daquela que conhecemos na tela que traduzia os traços do Playstation One. De fato, o universo é semelhante, mas com sérios trechos de “Não esqueça que a Umbrella é poderosa e…”.


segunda-feira, 11 de julho de 2022

5 lições aprendidas à duras penas pela Humanidade


Se tem uma coisa que a História ensinou ao longo dos séculos, é que a humanidade é uma sobrevivente.

Nós, as pequenas células de câncer que poluem e maltratam nossa pobre rocha esférica que flutua no vácuo, provamos ser a pior ameaça a todo e qualquer tipo de vida, seja ela animal, vegetal ou mineral. (À proposito, terraplanistas, eu consigo digitar este texto com uma das mãos, enquanto ergo o dedo do meio com a outra, exclusivamente para vocês.)

Apesar de sermos o principal problema/perigo/doença do planeta, somos também nocivos a nós mesmos. Além das invenções (que podem ou não ser usadas para o mal), temos também a arrogância, a irresponsabilidade, a imprudência e várias outras “virtudes” humanas que causaram uma ou mais tragédias, mas que também ensinaram a humanidade alguma medida preventiva, obviamente à custa de alguns mortos.

Ou, se você não quiser ler esse parágrafo enorme aí em cima, aqui estão as grandes cagadas da humanidade:

quarta-feira, 22 de junho de 2022

Top Gear: o auge da velocidade em 16 bits


Ah, os jogos de corrida… aquela loucura em velocidade surreal, marcadores em milhas ou quilômetros e números de 3 dígitos exageradamente grandes. Poucos jogos de corrida cativaram a todos nós, jogadores da década de 90 como o que estava por vir. Na época, os ruídos que enchiam as locadoras brazucas em 1993 eram roncos de motores. Às vezes, essa melodia automobilística era interrompidas por gritos roucos de “hadoukens”, “Get over here”, e saltos do Mario, ainda assim, motores desfilando sobre o asfalto estavam tomando conta das televisões em aparelhos de SNES. Isso se deve a um joguinho relativamente simples: Top Gear.

terça-feira, 14 de junho de 2022

Street Fighter II – mais que um épico, O JOGO de luta!

 


Repararam que eu nunca escrevi um artigo falando abertamente sobre Street Fighter II?

Se perguntarem sobre os jogos de luta antes de 1991, a resposta seria “só mais um tipo de jogo”. Isso, uma respostinha bem “Meh…”, mesmo. Mas a CAPCOM fundou o grande divisor de águas: Street Fighter II havia sido lançado, e com ele, um novo paradigma. SFII foi um modelo copiado e colado por uma porção de empresas de games. É como se Ryu fosse a ovelha Dolly: todo o jogo de luta tinha um clone dele, como se essa fosse a garantia do sucesso.

Ryu (SFII) – Mizoguchi (FH)   – Ryo (AOF) –      Akira (VF) – Haomaru (SS)   –     Joe (PA)


sábado, 11 de junho de 2022

Phantasy Star (1)

 

Uma coisa que todos nós, jogadores dos anos 80 e 90, temos que reconhecer é que a SEGA tentou. Hoje a SEGA é uma distribuidora de jogos e concede os direitos de imagem de seus ícones (desculpe, Sonic, estou olhando pra você); mas no passado a parada era bem mais séria, a empresa queria uma bela “queda de braço” com outra gigante: a Nintendo. As cifra$ estavam à toda na terra do Sol Nascente (e ainda não estou falando do SNES, mas sim do NES, o nosso querido “Nintendinho”). Repentinamente, a Square lançou seu marco (que duraria décadas, e ainda dura) no mundo dos RPGs: Final Fantasy. E a importação e tradução desses jogos não foi muito difícil.   

Nessa época, a equipe de criação da SEGA se entreolhou e disse: “A gente pode fazer melhor que isso”, afinal, um contrato com a Square, em poucos termos, acabaria muito mal para a empresa recém casada com a Nintendo. Em 1987, a SEGA trouxe Phantasy Star à luz, com a missão de confortar os donos do (hoje) famigerado Master System, afinal, a partir dali, a empresa era dona de seu próprio mundo de RPG. E os japoneses amaram. Em menos de um ano, o ocidente já tinha PS em inglês, e a SEGA, que tinha representantes nas terras verde-amarelas, relançou o jogo em 1989, totalmente em Português.

Ousado? Sim. Criativo? Sim. Deu certo? Vamos descobrir.

sábado, 23 de março de 2019

Losers - E as nuances do fracasso


Losers, uma série de documentários produzida pela Netflix, aborda o que alguns poderiam chamar os grandes azarões da história dos esportes. Cheia de histórias que me fizeram repensar o que penso ser fracasso.

terça-feira, 19 de março de 2019

Quer saber em que A VILA do CHAVES votou?



Só tô levantando uma hipótese aqui: se a vila do Chaves fosse brasileira e estivesse vivendo os tempos atuais (ou nem tanto, porque a eleição foi em 2018), em quem os personagens votariam?

Dona Florinda:

De classe média e almejando tornar-se parte da elite, provavelmente seu voto pertenceria a Jair Bolsonaro.

Dona Florinda é representante daquela parcela do povo que acha que as classes abaixo da classe dela são vagabundos, e que "os arreios da classe operária deveriam ser mais apertados, para que dessem mais valor ao trabalho que tem".

Além disso, a previdência social não é problema dela, ela é pensionista, viúva de militar, o que mergulha ela em um relacionamento empacado com o prof. Girafales.


sábado, 2 de fevereiro de 2019

Trilogia Millenium - E um escritor feminista




Aos que não estão familiarizados a trilogia de livros Millenium, é uma serie de romance policial, que nos traz não apenas mistérios instigantes e cativantes como a versão ampliada do mistério do quarto fechado, ou ainda de um criminoso invisível para o governo envolvido em crimes contra a humanidade e as mulheres. Mas acima disso nos traz personagens profundos, tanto masculinos quanto femininos. Nos traz mulheres com interesses profundos e amplos nas mais diversas áreas.

A trilogia inteira me parece uma Ode as mulheres, no melhor dos aspectos, uma obra feminista escrita por um homem feminista, Essa obra já foi adaptada 3 vezes ao cinema, o primeiro filme feito no pais de origem da obra Suécia traz uma personagem feminina intragável para o paladar de boa parte dos homens. Uma mulher independente, fechada, "grosseira", reativa de forma agressiva ao menor ato de ameaça. Essa é a Lisbeth Salander interpretada por Noomi Rapassi, ela te mostra a cada cena que não precisa de ninguém além dela mesma, que apesar de sofrer é mais do que capaz de ser sua própria heroína.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

O que você lê?


                         

Já se perguntou que leitor(a) você é?

Bem vindo(a) ao glorioso "alguém arranje outra coisa para o Dênis fazer, POR FAVOR!"

Hoje, dia 30 de Janeiro, uma quarta feira coberta por um calor insano aqui na região metropolitana do Rio Grande do Sul, eu tive um sentimento nostálgico ao voltar em Esteio, mais precisamente na quadra que eu morava, no percurso que eu fazia nos anos 90. Ruas que eu não via desde 1999, quando nos mudamos para Sapucaia do Sul. 10 anos foram o suficiente para eu não enxergar muitas coisas que lá estavam da última vez que as vi, até mesmo a casa onde morei deu lugar à um condomínio (havia muito espaço em volta da casinha, foi um belo uso do terreno) mas, as lembranças, mesmo que falhadas como uma capa de revista em quadrinhos com marcas de dobras e as pontas desgastadas pela displicência de algumas pessoas que tratavam gibis como panfletos que você pega no balcão, infelizmente uma das coisas que eu lembro quando penso na minha infância lendo quadrinhos é que eles eram jogados numa mesinha de centro por crianças que manuseavam sem muita habilidade de conservação, não era um material de respeito, como um vídeo game que teria todo um zelo ao ser instalado na televisão, revistas em quadrinhos eram uma diversão barata.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A Filosofia dos Cavaleiros do Zodíaco

Opa! Primeiro post do ano, e eu queria começar bem.  E análise das filosofias dos personagens sempre me pareceu uma boa ideia, geram uma salutar discussão como também incentivam a leitura. E eu amo vocês que leem as coisas que eu escrevo, então...



Hoje eu convido vocês, meus amigos a analisar um pouco das filosofias dos principais cavaleiros de bronze. Normalmente, eu gosto de misturar um pouco de protagonistas, anti-heróis e vilões nesse tipo de post, mas acho que com CDZ, as coisas têm que ser diferentes, não? Adiante, cavaleiros atenienses!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

3 ocasiões em que a vida imitou a arte (e pagamos um alto preço)

Numa outra ocasião, eu expliquei que a humanidade não aprende mesmo, por maior que seja o talo resultante do murro dado na ponta da faca. E acredito que as coisas sempre foram assim. Hoje, eu descolei um tempinho pra mostrar 3 das diversas oportunidades que a humanidade teve para ficar calada, mas abraçou uma causa e o resultado foi catastrófico.

Werther e a onda de suicídios


O alemão Johann Wolfgang von Goethe publicou em 1774 sua obra, um marco do Romantismo na Literatura Mundial. O livro conta, através de cartas escritas por Werther endereçadas a um primo, como este se apaixona perdidamente pela jovem Charlotte (ou Carlota, dependendo da tradução). Ela, por sua vez, já é prometida de um outro homem. A vida de Werther não encontra maiores significados se não o de estar sempre ao lado de Charlotte.
Vendo que seus avanços são infrutíferos, ele se afasta dela e de seu prometido, mas não resiste aos impulsos da paixão. Cada "não", cada xingamento e mesmo cada bofetada acabam aumentando ainda mais essa paixão doentia. O protagonista, não vendo saída para a situação, pede uma arma de caça emprestada do noivo de sua amada e com ela tira a própria vida.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Heavy Rain - Artigo


Demorou um bom tempo para que jogos de videogame fossem considerados arte. Eu entendo esse (anterior) impasse. O cinema também demorou para obter esse título, mas hoje é conhecido como "a sétima arte". Isso até a concepção de "Cidadão Kane", o filme que provou que o cinema é uma arte.

Com os videogames, a coisa demorou um pouco mais. Muito mais. Mas nós, gamers, também tivemos nosso próprio Cidadão Kane: "The Last of Us". Desde então, as pessoas começaram a entender que videogames contam uma história, assim como um livro ou filme. Claro, não estou dizendo que Pitfall é melhor que Mogli, nem que Enduro é melhor que Velozes e Furiosos, mas o ramo dos games evoluiu a ponto de ganhar temática, enredo e até moral, portanto sim, games são arte e defenderei isso até o fim de meus dias.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Parabéns, Bruce Lee


Bruce Lee completaria 78 anos hoje, se estivesse vivo! Seu marco na história (na minha simples opinião) foi muito além das glórias nas artes marciais, muito além das habilidades do seu corpo, muito além dos anos de treinamento. Ator, diretor e, especialmente, mestre das artes marciais... Embora sejam ótimos atrativos, ele não era só isso.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Um papo sério sobre os videogames e a violência.

Eu peço primeiramente desculpas por estar deixando de lado este blog por tanto tempo. Sou uma pessoa mais desorganizada que o normal e acho realmente um milagre alguém vir até este blog ainda. Mas se você estiver lendo isso, deixa um comentário, me liga, quem sabe não descolo um brinde pra você.

Outra coisa que eu ando adiando há algum tempo é um texto sobre a violência e os jogos de videogame. (Ou será que eu já escrevi? Cacetada essa minha longa ausência, viu?)

Em um dos episódios mais trágicos recentes, na data de ontem (26/08/2018), um jogador de videogame não aceitou sua eliminação no torneio de Madden NFL 19 (o jogo oficial de Futebol Americano da Liga) e abriu fogo contra outros participantes.

Segundo a polícia local (Jacksonville, Flórida),  o atirador foi identificado como David Katz, um jovem de 24 anos,  de Baltimore, Maryland. Ele feriu nove pessoas, matou duas e se suicidou.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Porque assistir The Handmaid's Tale

Olá Pessoas! Oi humanoides!


 The Handmaid's Tale é uma serie produzida pela Hulu que parecia possuir poucas pretensões, ela chegou no Emmy como aquele nerd que inspirado em Harry Potter só queria ficar no quarto sem fazer barulho e fingindo que não exite. Mas ao invés disso desbancou grandalhões como Game of Thrones, Westword. Ganhou como drama do ano e acumulou outras estatuazinhas, tantas como não faziam à 30 anos. A serie aborda um futuro distópico, em que o Estado Unidos não se chama mais Estados Unidos, mas Gilead, e é governado por um regime totalitário e teocrático que convive numa guerra civil. A religião domina tudo, nesse sistema as mulheres são propriedade do governo, não possuem os direitos que conhecemos e são divididas em castas.

As mulheres férteis são raras nessa realidade, e pertencem a um grupo de aias que possuem uma unica função procriar com os chefes de família mais poderosos na presença de suas esposas inférteis. Esse ritual no qual elas são estupradas com tudo de acordo com as leis desse governo se chama "cerimonia".

A serie conta com personagens femininas muito bem estruturadas e com personalidades fortes que fogem da estereotipação feminina que costuma ocorrer em certas obras. Com tudo sem a masculinização de tais personagens, a serie ainda conta com personagens masculinos igualmente bem estruturados.

Como este artigo não pretende ser fonte de Spoillers, não citarei cenas, mas cabe a mim ressaltar a profundidade dessa distopia, como a tempos longe de alguns livros clássicos desse gênero eu não via, a serie também é baseada numa serie de livros.

Temas como fanatismo religioso, segregação social, machismo e homofobia. fazem dessa serie uma verdadeira preciosidade, o clima dela lemba bastante 1984, com toda a vigilância feita pelo governo sob o comportamento das aias e até dos lideres, trabalho executado pelos "olhos".

Enfim, em minha humilde opinião essa serie merece um tempo de vocês queridos leitores.


Obrigada!



segunda-feira, 23 de outubro de 2017

FALLEN - A primeira vez que passei mal após ir ao cinema


Amigos leitores, vocês acompanham-me no amor e na dor ao longo deste blog. Hoje, eu vou mostrar a vocês como esse papo de dor é sério, afinal... EU NÃO VOU PARA O TÚMULO SENDO O ÚNICO A SENTIR ISSO, CARALHO!!!

Pois é. Fallen. O que é Fallen? Resumidamente, Fallen é uma porra de um romance de livros água-com-açúcar, os quais você percebe gritantes plágios da (Argh!) saga Crepúsculo. Sério. Permitam-me demonstrar:

Imagine que nosso planeta é um gigantesco episódio de "Os Simpsons", no qual as pessoas são idiotas e compram qualquer coisa que seja escrita e romantizada. Para isso, as grandes editoras inventaram e patentearam uma máquina: a Chorumex3000. Ela permite que você escreva um romance contemporâneo de acordo com o universo que você deseja expor. Atenha-se ao exemplo:

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Quem são nossos heróis?

Faz realmente muito tempo que ando pensando nessas coisas...
Quero, antes de tudo, deixar muito claro que este post nada tem a ver com política, até porque eu julgo este blog como apartidário e espero que ele seja assim até seu último post.

Vocês viram o filme do Cazuza? Confesso que muitas vezes me faltou estômago: um ídolo do rock nacional, idolatrado, mas sem papas na língua para se drogar e xingar a própria mãe dezenas de vezes ao longo da película. Sério mesmo? Depois de tudo que a mãe do cara faz por ele, o MELHOR que ele pode fazer é mandar ela tomar no cu?

Agora divulgam via Facebook pesquisas um tanto duvidosas:
  • Pessoas grosseiras são as mais inteligentes, diz pesquisa;
  • Falar palavrão é sintoma de Q.I. elevado, diz pesquisa;
  • Pessoas antipáticas e antissociais são intelectuais, segundo pesquisa [...]
Peraí? Não tem alguma coisa errada aí? Parece que estamos glorificando a falta de educação, a falta de empatia, o "foda-se" pelo "foda-se".

domingo, 26 de março de 2017

O fim da Era PS2 – ou “porque não vendi meu PS2”

Vocês, que lêem o meu blog a fim de falar de videogames, devem se lembrar do meu texto "Os videogames do Bier". No post eu confesso que o PS2 mudou a minha vida com muitos "phoenix down" em jogos 2D, de Sonic  a Street Fighter 3.

Eu gastei o PS2 em meia-lua-pra-frente-e-soco.

O PS3 fazia sua fama nas prateleiras das lojas e  camelôs, quando meu PS2 queimou.

A resposta parece óbvia, seria comprar o PS3, como uma porção de amigos meus insistiam. Mas eu o comprei? 

Não.
Não que fosse ruim o PS3. Mesmo que a diferença fosse brutal. Eu simplesmente não queria admitir que tantos jogos meus iriam simplesmente mofar no esquecimento.

Não minha coleção de KOFs!
Não meus Street Fighters!!
Não meu CAPCOM vs SNK2!!!

Sim, eu comprei outro PS2!

terça-feira, 7 de março de 2017

Pra que ser um idiota, se você pode ser um Terraplanista?

Sério isso?
Não pode ser. Eu devo estar sendo vítima de uma trolagem descomunal.

Felizmente, não conheci nenhum defensor dessa nova "Corrente" pessoalmente. Mas, assim que eu soube que existia isso (um grupo numeroso de idiotas que acreditam piamente que a Terra é plana), resolvi fazer a experiência e jogar as palavras "A Terra é plana" no YouTube.

Minha santa Escócia!!!
Aproximadamente 64.100 resultados!!! Mais de sessenta e quatro MIL FUCKING resultados???

O espaço virtual do planeta acabando e existem 64 mil vídeos infestando o YouTube de argumentos ridículos, infames, esdrúxulos e... francamente, só sendo um idiota.

Eu sei que vocês querem rir. Deixem-me mostrar uma coisa:

Essa eu li no Jênios
E tem mais!!!