Mostrando postagens com marcador Recomendo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Recomendo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Domine território em seu escritório!


 Com um pouco de material do escritório, e alguns da hora do almoço, você conseguirá dominar algumas mesas. Conquiste seu espaço!

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Explicação...

Por que "eles" ficam tão zangados com certos... beijos em quadrinhos?


Recomendo: Malvados! Passa lá!

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Fallout Shelter - Sobreviva em um bunker nuclear


Talvez alguns de vocês não saibam, mas jogo videogames desde 1989. Sim, eu era só um gurizinho na época, e acompanhei muita coisa nessa vida gamer, como por exemplo, a queda da Atari, o encerramento do Odyssey, a ascensão da Nintendo, o lançamento do Mega Drive, o bulling que saber dessas coisas gerava na escola e a indignação do meu pai ao ver que o filho se tornou "um vagabundo que gosta dessas coisas", etc.

Voltando ao núcleo do assunto, conheci vários jogos FPS (Frist Person Shooter), poucos desse tipo me interessaram. Fallout e suas versões levantavam hipóteses interessantes sobre o que seria da Terra após o holocausto nuclear. Até aí... bom, pelo menos não é outro FPS com a temática de Zumbis. é sobre contaminação nuclear e sobrevivência. Ponto pra você, Bathesda!

Otimismo... você vê por aqui!
Há uns meses atrás, a PSPlus resolveu dar aos seus associados uma versão bem light do jogo: Fallout Shelter, que é, basicamente, um The Sims, só que menos apático. A parada aqui é garantir a sobrevivência de uma galera que não é apta em quase nada, assolada pela fome, frio e falta de ter o que fazer. Como administrador de um Bunker, cabe a você não deixar que eles morram. E vou te contar, são bastante burrinhos, prometem dar trabalho.

sábado, 23 de março de 2019

Losers - E as nuances do fracasso


Losers, uma série de documentários produzida pela Netflix, aborda o que alguns poderiam chamar os grandes azarões da história dos esportes. Cheia de histórias que me fizeram repensar o que penso ser fracasso.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Final Fantasy XV


Há uns meses atrás, quando eu não tava tão ferrado no quesito grana (coisa rara), um colega de trabalho me ofereceu (com um desconto camarada) o jogo Final Fantasy XV. Pedi a ele uns dias para pensar no assunto. Final Fantasy XV...

Nesse tempo, pesquisei um pouco sobre o jogo, porque mesmo com desconto, eu poderia estar comprando uma bomba, ou simplesmente a maior mancada já produzida pela Square. Aqui, um devaneio entre minha pesquisa e meus pensamentos:

A estréia da série em Português-BR (legendado)...
Como sempre, um "novo jeito" de jogar Final Fantasy...
Mundo aberto, lembrando o saudoso GTA...
Um Final Fantasy feito para os velhos e novos jogadores...
Eu não terminei muitos FFs... Será que eu preciso de mais um RPG na prateleira?
Desconto... um colega precisando de grana...
Olha, você só vive uma vez. E se ele mofar na prateleira, eu tenho a aposentadoria inteira pra jogar, desde meu PS2 até... esse Final Fantasy. Quer saber? [...]

E, sim, meus amigos, como vocês estão imaginando, arrematei a relíquia e... guardei-a na prateleira. Tenho trabalho, casa e uma filha pra cuidar. Ser adulto é uma merda!

Mas, uns dias pra cá, resolvi tirar o pó da caixa e embarcar na aventura. Como todo o Final Fantasy, temos muita coisa pra se fazer. Mas nada é de todo o ruim, pois missões paralelas ajudam a upar os personagens, né?

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Trilogia Millenium - E um escritor feminista




Aos que não estão familiarizados a trilogia de livros Millenium, é uma serie de romance policial, que nos traz não apenas mistérios instigantes e cativantes como a versão ampliada do mistério do quarto fechado, ou ainda de um criminoso invisível para o governo envolvido em crimes contra a humanidade e as mulheres. Mas acima disso nos traz personagens profundos, tanto masculinos quanto femininos. Nos traz mulheres com interesses profundos e amplos nas mais diversas áreas.

A trilogia inteira me parece uma Ode as mulheres, no melhor dos aspectos, uma obra feminista escrita por um homem feminista, Essa obra já foi adaptada 3 vezes ao cinema, o primeiro filme feito no pais de origem da obra Suécia traz uma personagem feminina intragável para o paladar de boa parte dos homens. Uma mulher independente, fechada, "grosseira", reativa de forma agressiva ao menor ato de ameaça. Essa é a Lisbeth Salander interpretada por Noomi Rapassi, ela te mostra a cada cena que não precisa de ninguém além dela mesma, que apesar de sofrer é mais do que capaz de ser sua própria heroína.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Heavy Rain - Artigo


Demorou um bom tempo para que jogos de videogame fossem considerados arte. Eu entendo esse (anterior) impasse. O cinema também demorou para obter esse título, mas hoje é conhecido como "a sétima arte". Isso até a concepção de "Cidadão Kane", o filme que provou que o cinema é uma arte.

Com os videogames, a coisa demorou um pouco mais. Muito mais. Mas nós, gamers, também tivemos nosso próprio Cidadão Kane: "The Last of Us". Desde então, as pessoas começaram a entender que videogames contam uma história, assim como um livro ou filme. Claro, não estou dizendo que Pitfall é melhor que Mogli, nem que Enduro é melhor que Velozes e Furiosos, mas o ramo dos games evoluiu a ponto de ganhar temática, enredo e até moral, portanto sim, games são arte e defenderei isso até o fim de meus dias.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

About Raíra!


Vocês sabem que dia é hoje?
Sim, hoje é 13 de setembro. E é uma tradição aqui do blog cumprimentarmos a Raíra por mais um aniversário!

Tem tantas coisinhas boas acontecendo ao mesmo tempo em 2018, que às vezes fica difícil deixar o blog atualizado.

Mesmo assim, vale a pena dar uma conferida no que ela produziu pra a gente neste canto virtual tão surrado pelo tempo, mas muito forte graças a vocês!




Em setembro do ano de 2017 (após a singela homenagem que fizemos), ela iniciou sua série As Crônicas de Nashtar.

Teve muitas tirinhas baseadas em Doctor Who, série da qual ela é (a maior) fã!






segunda-feira, 9 de julho de 2018

A primeira vez que a SNK foi vendida

O ano é 2000. No fliperama, alguns de nós debatíamos o futuro da SNK, já que o rumor dizia que a SNK havia agendado o fechamento de portas. Entre esses jovens, este que vos narra.

Eu estava aborrecido com a notícia. Logo a SNK? Ela, que me divertiu tanto com a série The King of Fighters? Claro, eu adorava as outras séries, mas KOF estava acima de tudo.

Enquanto revesávamos rounds no KOF 98, Cid e Warg conversavam comigo sobre as possibilidades. Havia alguns contras a esse rumor: CAPCOM vs SNK por exemplo. O jogo marcava uma realidade onde lutadores dos dois universos se conheceram, como se fosse um único universo. Ryu, Ken, Chun Li e companhia trocavam golpes com Kyo, Iori, Mai e outros, com direito a aberturas especiais, referenciando supostas amizades e inimizades entre lutadores das duas franquias.

CAPCOM vs SNK era um sonho se tornando realidade. Certamente envolvia questões como direitos autorais, o que implica em lucros, verdinhas, tutu, faz-me-rir, cifras e cifrões. Logo agora, a SNK estaria falida? A CAPCOM ficou com uma fatia muito maior desses lucros?

Nessas épocas, o Orkut estava em alta. Me lembro de mergulhar as possibilidades nas comunidades. Inclusive levantando a possibilidade de a CAPCOM também estar mal das pernas. O resultado disso foi engraçado. 

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Você conhece a equipe Jogo Véio?

Conhece? Não conhece?


Ok, eu explico: o projeto é orquestrado pelo mestre e jogador véio Eidy Tasaka, que começou em um humilde blog (como este) e recrutou uma galera de peso para ajudar a aumentar o arsenal de textos. É como se o meu sonho se realizasse... pra ele!

"Tá, Bieróvisky! E que diabos eu tenho a ver com isso?"
Acalme-se, pequeno gafanhoto. Acontece que meu brother Pi de Pimenta me sugeriu entrar em contato com o mestre Eidy oferecendo meus serviços como resenhista de games. Mandei um e-mail para a equipe, alguns membros avaliaram meus textos (aqui no blog, no famigerado Nerd Way of Life, e no Reflexão Nerd, que faço com muito orgulho com meu grande amigo Schell).

Os caras aprovaram meus textos e agora sou um de seus colunistas! Não é demais?
E minha primeira publicação foi postada ontem! Falei sobre o primeiro RPG eletrônico que terminei: Phantasy Star! E... bem, Henrique, essa vai pra você! Foi o jogo que nos aproximou e nos tornou grandes amigos, então aqui vai o meu abraço!

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Porque assistir The Handmaid's Tale

Olá Pessoas! Oi humanoides!


 The Handmaid's Tale é uma serie produzida pela Hulu que parecia possuir poucas pretensões, ela chegou no Emmy como aquele nerd que inspirado em Harry Potter só queria ficar no quarto sem fazer barulho e fingindo que não exite. Mas ao invés disso desbancou grandalhões como Game of Thrones, Westword. Ganhou como drama do ano e acumulou outras estatuazinhas, tantas como não faziam à 30 anos. A serie aborda um futuro distópico, em que o Estado Unidos não se chama mais Estados Unidos, mas Gilead, e é governado por um regime totalitário e teocrático que convive numa guerra civil. A religião domina tudo, nesse sistema as mulheres são propriedade do governo, não possuem os direitos que conhecemos e são divididas em castas.

As mulheres férteis são raras nessa realidade, e pertencem a um grupo de aias que possuem uma unica função procriar com os chefes de família mais poderosos na presença de suas esposas inférteis. Esse ritual no qual elas são estupradas com tudo de acordo com as leis desse governo se chama "cerimonia".

A serie conta com personagens femininas muito bem estruturadas e com personalidades fortes que fogem da estereotipação feminina que costuma ocorrer em certas obras. Com tudo sem a masculinização de tais personagens, a serie ainda conta com personagens masculinos igualmente bem estruturados.

Como este artigo não pretende ser fonte de Spoillers, não citarei cenas, mas cabe a mim ressaltar a profundidade dessa distopia, como a tempos longe de alguns livros clássicos desse gênero eu não via, a serie também é baseada numa serie de livros.

Temas como fanatismo religioso, segregação social, machismo e homofobia. fazem dessa serie uma verdadeira preciosidade, o clima dela lemba bastante 1984, com toda a vigilância feita pelo governo sob o comportamento das aias e até dos lideres, trabalho executado pelos "olhos".

Enfim, em minha humilde opinião essa serie merece um tempo de vocês queridos leitores.


Obrigada!



domingo, 29 de outubro de 2017

Por que assistir Anne with an e?


Oi pessoas! Oi humanoides!

Aqui vou eu com mais uma indicação para vocês. Essa série é uma obra um tanto escondida da Netflix, baseada numa obra de 1906 Anne of Green Gables, não aborda nenhum tema de universo fantástico, mas me encantou com certeza.

Anne with an e, conta a história de uma órfã e suas descobertas conforme passa a viver com uma simples família do interior da Inglaterra.

A série aproveita a visão lúdica e inocente de mundo da jovem Anne para abordar de maneira suave o machismo, o que a torna bem parecida com um dos clássicos que mais amo, O sol é para todos. Para quem não leu ele aborda de forma leve a desigualdade racial nos Estados Unidos.

Possui uma trama simples, então não esperem grandes revirevoltas,  essa série promete apenas nos encantar. E essa missão ela com toda certeza cumpre sem problemas.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Revolução Farroupilha



Já peguei um vídeo com legenda e tudo.
Avisem os linguistas que o Hino da França já não é mais o mais bonito do mundo!

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Diablo III

Em 2014, meu amigo e companheiro de Blog Gabriel me apresentou em toda a sua pompa e sua glória o Diablo III, no Playstation 4.O jogo me empolgou bastante. Na época, eu cheguei a dizer a ele que era um título indispensável do PS4, uma das grandes razões pra se comprar um PS4. Divertido? Muito. O jogo também foi bem dublado e a história a ser seguida é completamente opcional... Mas estou me adiantando.

Falar de RPGs sem delongas é um pouco complicado. Mas o fato é que quero muito falar de todo o pacote da Blizzard na terceira versão de seu RPG mais classudo. (Sim, eu falo bonito. Sou cult!)

E, recentemente, tive um dos fins de semana mais fantásticos de todos os tempos. Tá, eu estou exagerando. Mas fazia tempo que eu não fazia uma maratona... de 6 horas! Com mais dois amigos. Já já eu falo sobre isso.

A questão é que Diablo sempre foi uma série muito divertida, um épico RPG. Hoje, em sua terceira versão, ele está mais para um Beaten Up com regras de RPG. E a maior vantagem: tanto no modo single player quanto os multiplayers (local ou online) não ficam atrás. E, meus amigos, se um jogo consegue esses patamares, isso é digno de nota.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Vamos falar sobre Overwatch?

Eu gosto de Overwatch, você gosta de Overwatch, todo o mundo gosta de Overwatch. Somos felizes! E como você pode ter notado, eu coloquei a palavra “Overwatch” no meu ctrl+c.


Sei que não se deve fazer esse tipo de comparação, mas muita coisa dessa era me remete ao Street Fighter II. Dezenas de revistas pela terra verde-amarela falavam disso, lá nos anos 90. Já havíamos devorado muita literatura sobre Ken, Ryu e seus amigos distribuidores de porrada. Em 96 fomos premiados com um filme... bem... SF e suas traquinagens ficam pra outro post.


D.va - vejam que coreana lindinha. Minha filha vai fazer esse cosplay ainda.
Meu ponto aqui, caso você não tenha entendido, é que Overwatch agora está por toda a parte, especialmente o universo dos games. É muito comentado em fóruns, grupos do facebook, grupos de whatsapp e outras redes sociais e aplicativos que o Bier não usa.
Pra quem não sabe, eu faço parte da estatística dos 50.000 jogadores cadastrados na battlenet e estou jogando Overwatch como se minha sobrevivência neste mundo cruel dependesse disso. E Street Fighter II já foi isso também! Só que, ao invés de usar a internet, nós ainda estávamos dependendo da mídia impressa. Porque eu voltei a falar de Street Fighter tão rápido? Não faço ideia. Vou tomar meus comprimidos e já volto.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

The King of Fighters XIV – o Dossiê Verse

Eu estava prometendo pra vocês um longo texto sobre Verse, o chefão lafanhudo do KOF XIV. Por respeito a vocês que vem até este blog para ler a respeito de jogo e historylines, decidi que faria uma pesquisa antes de postar sobre esse chefe, já que ele parece apontar para mais perguntas do que respostas. Mas acabou a procura! Apresento-lhes o resultado da pesquisa.

Mas antes, um aviso da produção:

NÃO SE ESQUEÇAM QUE NESTE TEXTO, O SPOILER VAI COMER SOLTO!!!
Obrigado.

Neste texto, eu pretendo atacar como co-autor, porque a verdade é que eu retirei a maior parte do Arsenal Fighters, de autoria do Lucas P., página da qual eu não vou recomendar, porque vocês vão lá, ler todo o conteúdo dele e nunca mais virão falar de KOF comigo. E eu sou ciumento e carente... muuuito carente... er... Como eu dizia, a teoria do cara é muito boa. Tão boa que, na verdade, não consegui desfazer ou achar pontos muito discrepantes em relação ao que eu penso sobre esses eventos. Então, ao ler o texto dele, ao qual dei muuuuita razão, combinei com um pouco das minhas pesquisas e, eis o texto. Mas o mérito mesmo é dele, não posso ficar com esse crédito. Por favor, fiquem aqui e acrescente sua opinião e sua pesquisa a respeito deste KOF que reabre todas as sagas anteriores simultaneamente.

Vamos começar?

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

King Of Fighters XIV – a saga continua!


Que bom que vocês voltaram! (Especialmente vocês, Di Santos e Gabriel!)
A gente vai falar da minha série de jogos favorita: The King Of Fighters!

Até hoje, só conheci um cara que gostava de jogos de luta/jogos da SNK e não curtia KOF... pode isso? Tudo bem, ele era um chato de galochas. Achava que o investimento anual de KOF seria o principal motivo da concordata da SNK... não que seja uma impossibilidade, mas culpar a principal e mais lucrativa franquia da empresa pela falência, é meio ilógico, não acham?

Por falar em chatice:
ESTE POST CONTÉM SPOILERS DE MONTÃO! NÃO ME ENCHA O SACO DIZENDO QUE EU NÃO AVISEI!

sábado, 5 de novembro de 2016

The King Of Fighters XIV – Quais as novas?

E aí, tiurma? Estou fazendo este post em homenagem ao pessoal que anda me/se perguntando se o novo KOF (XIV) vale a pena. E sim, Di, eu estou falando de você!


Se vocês não estiveram congelados nos últimos 2 anos, devem saber que a SNK volta à ativa com (mais) uma renovada no visual do KOF. Seguindo a ideia do clássico Street Fighter IV (já estamos no V, então considerando os avanços na área gráfica, podemos dizer que temos um novo clássico no que se refere ao SFIV, né?), transformou-se a técnica de desenhos em sprites em uma avançada modelagem 3D, mas sem comprometer a jogabilidade da velha técnica 2D.

sábado, 15 de outubro de 2016

Aos mestres, com carinho!

"A verdade é a verdade até o fim dos tempos!"
- William Shakespeare

 Eu estava aqui, preparando uma postagem sobre os professores da ficção, e me ocorreu que até os mestres têm mestres. E que faz muito tempo que eu tenho muuuuita coisa pra dizer sobre os meus professores. Você sabe, esses profissionais que dão o corpo e a alma ao aprendizado de crianças malcriadas que pintam e bordam horrores na sala de aula, comprometendo 30, 40 ou 50% da hora trabalhada e quase sem sucesso. Nossa, pessoas!

Você que está aqui, lendo este post no blog, possivelmente deve achar a minha opinião importante para alguma coisa. Ou talvez seja meu senso de humor que chame você até aqui. De toda a forma, se você discorda quando eu digo que o professor tem que ser respeitado SEMPRE, você não merece estar aqui! Sério, vá ler alguma polêmica do "Big Brother" ou de "A Fazenda", ou ainda qualquer coisa "produtiva" dessa extirpe. Mas vaza! O mundo nunca terá energúmenos suficientes, vá em frente.

Muito do que eu sou, eu devo a eles, os professores. E de hoje não passa! Eu vou publicar minha humilde homenagem a essa turma da qual eu jamais poderei compensar por tudo de bom que há dentro de mim!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Otakus sempre sabem...

Às vezes, a melhor maneira de resolver os seus problemas...




...é ajudar outro alguém.


Obrigado, tio Iroh. Sempre me ensinando alguma coisa.