Não me levem a mal, mas Resident Evil tinha tudo pra dar certo nos cinemas: o enredo horripilante no primeiro jogo, a sensação de pânico no segundo, muitos tiros no terceiro, etc. Mas o que Hollywood faz com um jogo que tem tudo pra dar certo? Você pensou em dizer “Cocô”? Acertou, meu amigo!
Fazer uma história focada apenas nas maracutaias e tretas implantadas com/na Umbrella teria sido uma ótima ideia… se tivessem focado nos personagens que a compunham. Ao invés disso, jogaram Milla Jojovich no nosso colo (não da maneira que gostaríamos) e a deixaram chutar o saco dos fãs da série de videogames.
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| Basicamente, é isso que os filmes fazem comigo. |
Se eu estiver certo, vocês já entenderam que a série cinematográfica de Resident Evil me enche o saco. Isso se deve especialmente à toda essa “licença poética” que os roteiristas e escritores se deram para contar uma história muito diferente daquela que conhecemos na tela que traduzia os traços do Playstation One. De fato, o universo é semelhante, mas com sérios trechos de “Não esqueça que a Umbrella é poderosa e…”.







