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quinta-feira, 14 de julho de 2022

Porque eu odeio Resident Evil 6 – o capítulo final (...e seus antecessores também!)

Não me levem a mal, mas Resident Evil tinha tudo pra dar certo nos cinemas: o enredo horripilante no primeiro jogo, a sensação de pânico no segundo, muitos tiros no terceiro, etc. Mas o que Hollywood faz com um jogo que tem tudo pra dar certo? Você pensou em dizer “Cocô”? Acertou, meu amigo!


Fazer uma história focada apenas nas maracutaias e tretas implantadas com/na Umbrella teria sido uma ótima ideia… se tivessem focado nos personagens que a compunham. Ao invés disso, jogaram Milla Jojovich no nosso colo (não da maneira que gostaríamos) e a deixaram chutar o saco dos fãs da série de videogames.

Basicamente, é isso que os filmes fazem comigo.




Se eu estiver certo, vocês já entenderam que a série cinematográfica de Resident Evil me enche o saco. Isso se deve especialmente à toda essa “licença poética” que os roteiristas e escritores se deram para contar uma história muito diferente daquela que conhecemos na tela que traduzia os traços do Playstation One. De fato, o universo é semelhante, mas com sérios trechos de “Não esqueça que a Umbrella é poderosa e…”.


quarta-feira, 22 de junho de 2022

Top Gear: o auge da velocidade em 16 bits


Ah, os jogos de corrida… aquela loucura em velocidade surreal, marcadores em milhas ou quilômetros e números de 3 dígitos exageradamente grandes. Poucos jogos de corrida cativaram a todos nós, jogadores da década de 90 como o que estava por vir. Na época, os ruídos que enchiam as locadoras brazucas em 1993 eram roncos de motores. Às vezes, essa melodia automobilística era interrompidas por gritos roucos de “hadoukens”, “Get over here”, e saltos do Mario, ainda assim, motores desfilando sobre o asfalto estavam tomando conta das televisões em aparelhos de SNES. Isso se deve a um joguinho relativamente simples: Top Gear.

terça-feira, 14 de junho de 2022

Street Fighter II – mais que um épico, O JOGO de luta!

 


Repararam que eu nunca escrevi um artigo falando abertamente sobre Street Fighter II?

Se perguntarem sobre os jogos de luta antes de 1991, a resposta seria “só mais um tipo de jogo”. Isso, uma respostinha bem “Meh…”, mesmo. Mas a CAPCOM fundou o grande divisor de águas: Street Fighter II havia sido lançado, e com ele, um novo paradigma. SFII foi um modelo copiado e colado por uma porção de empresas de games. É como se Ryu fosse a ovelha Dolly: todo o jogo de luta tinha um clone dele, como se essa fosse a garantia do sucesso.

Ryu (SFII) – Mizoguchi (FH)   – Ryo (AOF) –      Akira (VF) – Haomaru (SS)   –     Joe (PA)


sábado, 11 de junho de 2022

Phantasy Star (1)

 

Uma coisa que todos nós, jogadores dos anos 80 e 90, temos que reconhecer é que a SEGA tentou. Hoje a SEGA é uma distribuidora de jogos e concede os direitos de imagem de seus ícones (desculpe, Sonic, estou olhando pra você); mas no passado a parada era bem mais séria, a empresa queria uma bela “queda de braço” com outra gigante: a Nintendo. As cifra$ estavam à toda na terra do Sol Nascente (e ainda não estou falando do SNES, mas sim do NES, o nosso querido “Nintendinho”). Repentinamente, a Square lançou seu marco (que duraria décadas, e ainda dura) no mundo dos RPGs: Final Fantasy. E a importação e tradução desses jogos não foi muito difícil.   

Nessa época, a equipe de criação da SEGA se entreolhou e disse: “A gente pode fazer melhor que isso”, afinal, um contrato com a Square, em poucos termos, acabaria muito mal para a empresa recém casada com a Nintendo. Em 1987, a SEGA trouxe Phantasy Star à luz, com a missão de confortar os donos do (hoje) famigerado Master System, afinal, a partir dali, a empresa era dona de seu próprio mundo de RPG. E os japoneses amaram. Em menos de um ano, o ocidente já tinha PS em inglês, e a SEGA, que tinha representantes nas terras verde-amarelas, relançou o jogo em 1989, totalmente em Português.

Ousado? Sim. Criativo? Sim. Deu certo? Vamos descobrir.

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Red Dead Redemption - um depoimento


Se estão me perguntando o que eu ando fazendo da minha vida e porque eu não atualizo mais essa bagaça, a resposta está nessas palavras: Red Dead Redemption On Line.

Sim, sou um filho da mãe jogador online, mas procuro não ser mesquinho e deixar a mão estendida para quem quiser uma amizade sincera, uma longa cavalgada e uma troca de tiros contra bandidos e até algumas autoridades. NO JOGO, NÉ?

Mas eu tava aqui vendo os fóruns de jogos antigos e reparei que nosso Bando não tem um fórum. Temos comando no Social Club, grupo no Facebook e no Whatsapp.

Mas um lugarzinho pra eu extravasar tudo que tem sido despejado em mim nessa longa jornada pelo Velho Oeste Online... não. Ainda. Mas me toquei que poderia dar uma nova utilidade a esse tão castigado espaço. Vem comigo?

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Áudio de WhatsApp para o Soldado 76


"Seu Morrison




Eu estou desde a prévia da partida... mandando foto, print, direto na sua conta, Seu Morrison, mostrando a real situação de porque que eu não vou curar o time!





O Sr. conhece o Observatório Gibraltar quando tem Bastion, Seu Morrison? O senhor entra na party e fica ouvindo todos os outros dizendo que eu to com medo de levar uma saraivada de bala. Tomá no c*, seu Morrison! Ele tá de double shield e com a Mercy ampliando dano. Filho da put4!




Tu acha que eu vou sair do ponto de ressurgimento com a bala comendo, jogando cura nos outros, seu arrombado!? Vai tomar no c*! Seu Morrison! Vai se f**** você, sua party, seus tank, seus Ineedhealing, vai tudo pra casa do baralho seu filhodaput4!




Eu não vou sair do Observatório pra dar cura embaixo de bala, seu babaca!

E te falo mais, Seu Morrison! Pode contatar outro Healing, porque nem abaixo de bala ou de Ult eu vou curar pro senhor, seu americano filhodaput4! Vai tomar no c*! Eu não sou escravo não, seu desgraçado!"

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Conhecendo o personagem: Atrocitus


Você que não lê quadrinhos, sabia que existem outros anéis no Universo DC, além do Verde e do Amarelo?

O Verde significa a Coragem e a Força de Vontade;
O Amarelo significa o Medo;
O Laranja significa a Cobiça;
O Azul significa a Esperança;
O Índigo significa a Compaixão;
O Violeta significa o Amor;
O Branco significa a Vida;
O Preto significa a Morte;
E o Vermelho significa a Raiva.
Tem ainda o Anel Fantasma, que pode usar qualquer um dos sentimentos latentes de seu usuário, o que pra mim é o pior furo de roteiro, mas deixemos pra lá.

Claro, se você leu o título deste texto, sabe que vamos falar do líder dos Lanternas Vermelhos: Atrócitus!


sexta-feira, 17 de maio de 2019

Fallout Shelter - Sobreviva em um bunker nuclear


Talvez alguns de vocês não saibam, mas jogo videogames desde 1989. Sim, eu era só um gurizinho na época, e acompanhei muita coisa nessa vida gamer, como por exemplo, a queda da Atari, o encerramento do Odyssey, a ascensão da Nintendo, o lançamento do Mega Drive, o bulling que saber dessas coisas gerava na escola e a indignação do meu pai ao ver que o filho se tornou "um vagabundo que gosta dessas coisas", etc.

Voltando ao núcleo do assunto, conheci vários jogos FPS (Frist Person Shooter), poucos desse tipo me interessaram. Fallout e suas versões levantavam hipóteses interessantes sobre o que seria da Terra após o holocausto nuclear. Até aí... bom, pelo menos não é outro FPS com a temática de Zumbis. é sobre contaminação nuclear e sobrevivência. Ponto pra você, Bathesda!

Otimismo... você vê por aqui!
Há uns meses atrás, a PSPlus resolveu dar aos seus associados uma versão bem light do jogo: Fallout Shelter, que é, basicamente, um The Sims, só que menos apático. A parada aqui é garantir a sobrevivência de uma galera que não é apta em quase nada, assolada pela fome, frio e falta de ter o que fazer. Como administrador de um Bunker, cabe a você não deixar que eles morram. E vou te contar, são bastante burrinhos, prometem dar trabalho.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Final Fantasy XV


Há uns meses atrás, quando eu não tava tão ferrado no quesito grana (coisa rara), um colega de trabalho me ofereceu (com um desconto camarada) o jogo Final Fantasy XV. Pedi a ele uns dias para pensar no assunto. Final Fantasy XV...

Nesse tempo, pesquisei um pouco sobre o jogo, porque mesmo com desconto, eu poderia estar comprando uma bomba, ou simplesmente a maior mancada já produzida pela Square. Aqui, um devaneio entre minha pesquisa e meus pensamentos:

A estréia da série em Português-BR (legendado)...
Como sempre, um "novo jeito" de jogar Final Fantasy...
Mundo aberto, lembrando o saudoso GTA...
Um Final Fantasy feito para os velhos e novos jogadores...
Eu não terminei muitos FFs... Será que eu preciso de mais um RPG na prateleira?
Desconto... um colega precisando de grana...
Olha, você só vive uma vez. E se ele mofar na prateleira, eu tenho a aposentadoria inteira pra jogar, desde meu PS2 até... esse Final Fantasy. Quer saber? [...]

E, sim, meus amigos, como vocês estão imaginando, arrematei a relíquia e... guardei-a na prateleira. Tenho trabalho, casa e uma filha pra cuidar. Ser adulto é uma merda!

Mas, uns dias pra cá, resolvi tirar o pó da caixa e embarcar na aventura. Como todo o Final Fantasy, temos muita coisa pra se fazer. Mas nada é de todo o ruim, pois missões paralelas ajudam a upar os personagens, né?