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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Conhecendo o personagem: Atrocitus


Você que não lê quadrinhos, sabia que existem outros anéis no Universo DC, além do Verde e do Amarelo?

O Verde significa a Coragem e a Força de Vontade;
O Amarelo significa o Medo;
O Laranja significa a Cobiça;
O Azul significa a Esperança;
O Índigo significa a Compaixão;
O Violeta significa o Amor;
O Branco significa a Vida;
O Preto significa a Morte;
E o Vermelho significa a Raiva.
Tem ainda o Anel Fantasma, que pode usar qualquer um dos sentimentos latentes de seu usuário, o que pra mim é o pior furo de roteiro, mas deixemos pra lá.

Claro, se você leu o título deste texto, sabe que vamos falar do líder dos Lanternas Vermelhos: Atrócitus!


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

O dia em que aprendi a jogar Rock'n'Roll Racing


Se tem uma coisa que eu me arrependo na vida, foi a ideia de não ter pedido um Super Nintendo quando eu era mais novo. Eu contei essa história em outra ocasião, mas vou lembrar vocês: fiquei com dó da minha mãezinha nos tempos de 300% de inflação, e acabei optando por um Master System III...

Mesmo assim, amigos bons o tiveram, e como sempre fui rato de locadora, não me faltaram amigos pra me emprestar o controle 2. Eu também torrei pequenas fortunas com horas e horas de Super Nintendo em locadoras, o que me rendeu alguma experiência em Street Fighter II, que ficou em alta pela década de 90 inteira.

Mas eu me dei mesmo ao luxo de treinar feito louco um joguinho que já mencionei por aqui, chamado Rock'n'Roll Racing. Isso porque um desses bons amigos tinha o cartucho (e eu jogava com ele até tarde da noite).

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Parabéns, Bruce Lee


Bruce Lee completaria 78 anos hoje, se estivesse vivo! Seu marco na história (na minha simples opinião) foi muito além das glórias nas artes marciais, muito além das habilidades do seu corpo, muito além dos anos de treinamento. Ator, diretor e, especialmente, mestre das artes marciais... Embora sejam ótimos atrativos, ele não era só isso.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

FALLEN - A primeira vez que passei mal após ir ao cinema


Amigos leitores, vocês acompanham-me no amor e na dor ao longo deste blog. Hoje, eu vou mostrar a vocês como esse papo de dor é sério, afinal... EU NÃO VOU PARA O TÚMULO SENDO O ÚNICO A SENTIR ISSO, CARALHO!!!

Pois é. Fallen. O que é Fallen? Resumidamente, Fallen é uma porra de um romance de livros água-com-açúcar, os quais você percebe gritantes plágios da (Argh!) saga Crepúsculo. Sério. Permitam-me demonstrar:

Imagine que nosso planeta é um gigantesco episódio de "Os Simpsons", no qual as pessoas são idiotas e compram qualquer coisa que seja escrita e romantizada. Para isso, as grandes editoras inventaram e patentearam uma máquina: a Chorumex3000. Ela permite que você escreva um romance contemporâneo de acordo com o universo que você deseja expor. Atenha-se ao exemplo:

quinta-feira, 11 de maio de 2017

O furo da notícia: Jovem bêbado pega táxi de MS até PR



Conheça a saga de um herói!

Tá certo que às vezes a gente passa na dose da cachacinha, na cervejada, no vinhozinho... 

Mas tem vezes que a bebedeira nos ensina que o céu é o limite!

Sabe aquela ligação da madrugada que você faz pra sua ex?  Ou um whatsapp, um SMS bem-intencionado que termina em uma dor de cabeça no dia seguinte. 

Lucas Cruz nos provou que somos amadores.

A noite de Lucas, nos seus 21 aninhos de sabedoria, não só teve arrependimento como consequência; mas muito dinheiro a menos no bolso, preocupação da família e, de lambuja, memes na internet.

2 de abril. Show de Jorge e Mateus. A namorada enche o saco. E então nosso herói resolveu partir desse mundo, ou melhor, de seu mundo particular: Lucas vazou de Campo Grande (MS) e disse "Ah, fodam-se!" pra todo mundo... e disse "Toca pra Londrina" para o taxista.

Isso aí. O cara  vazou de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, e foi desembarcar em Londrina, no Paraná. Esse magrão fez uma viagem de oito horas dentro do carro e arcou com um custo em torno de R$ 1500,00.

Na era do Uber? Acho que ele teria pago uns R$ 600,00...

A família se alvoroçou toda atrás do jovem desaparecido, que em pouco mais de 24 horas se manifestou para alegria desta.

Mas santa falta de chinela! Era o que me faltava. E o taxista se prestou ainda!

Fonte: Catraca Livre

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

King Of Fighters XIV – a saga continua!


Que bom que vocês voltaram! (Especialmente vocês, Di Santos e Gabriel!)
A gente vai falar da minha série de jogos favorita: The King Of Fighters!

Até hoje, só conheci um cara que gostava de jogos de luta/jogos da SNK e não curtia KOF... pode isso? Tudo bem, ele era um chato de galochas. Achava que o investimento anual de KOF seria o principal motivo da concordata da SNK... não que seja uma impossibilidade, mas culpar a principal e mais lucrativa franquia da empresa pela falência, é meio ilógico, não acham?

Por falar em chatice:
ESTE POST CONTÉM SPOILERS DE MONTÃO! NÃO ME ENCHA O SACO DIZENDO QUE EU NÃO AVISEI!

sábado, 14 de maio de 2016

Enquanto isso, no escritório do Agente Roberto...



[...]
- Ah, vocês são o pessoal da manutenção? Beleza, esta é a porta que precisamos que seja consertada.
- Não parece que tem nenhum problema. O que houve com ela?
- Pode não parecer, mas a cada 3 pessoas que passam, uma fica presa, do lado de dentro ou do lado de fora aqui do escritório.
Sem hesitar, o agente de manutenção abre e fecha a porta 3 vezes, sem que a porta apresente defeito.
- Não, não é isso, não!!!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

domingo, 12 de outubro de 2014

Narûk, o Engraçado.

A primeira vez que conheci meu inimigo foi numa batalha na planice de Mordor. Estava eu lutando contra Gröb o Armeiro, um Uruk fedido, capitão ralé das forças da mão negra, eu estava ganhando a luta, até conhecer um dos meus maiores rivais, Narûk, um Uruk magro e esguio, lutei contras os dois orcs, os ferindo, mas pereci em batalha, ao menos deixando cicatrizes nos dois. Eles subiram de rank no exercito de Sauron e eu os vi indo embora e rindo, enquanto as trevas se fechavam em minha volta.

Após ser revivido pelo espectro do anel, fui direto ao meu segundo encontro com ele, sem querer o encontrei num acampamento de escravos, onde fui saudado com uma frase: "Eu já te matei uma vez, não vai ser dificil te matar de novo quase-morto!". Lutamos e usando meus poderes de espectro, o queimei, poupando sua vida, fui ajudar outros escravos necessitados, mas nessa segunda batalha, eu sabia que havia conhecido alguém que não descansaria até me matar.
Grüb foi morto por um Graug, um tipo de troll, que para mim tem 3 metros de altura e é muito, muito forte, porém calmo e não apresentaria verdadeiro perigo se não fosse incomodado. Fugindo do Graug enfurecido, acabei parando num tipo de valão, onde encontrei Narûk.

Ele me esperava, com a cara enfaixada e algumas partes do corpo também estavam machucadas, pelos meus ferimentos, a unica coisa que ele me disse foi: "Você vai pagar por ter feito isso comigo!". Lutamos de modo equilibrado, até que um grupo de Uruks surgiu guiado por um capitão: "O Osso branco". Não me recordo o nome direito, a batalha com ele foi rápida e mortal. Aquilo era uma armadilha, que ele havia planejado para mim e eu consegui escapar dela, por pouco, matando o Osso Branco e deixando o Narûk incapacitado, meu nemesis era tipo "duro de matar".

Após alguns encontros veio o último.
Estava chovendo naquele dia, o cheiro do mal pairava no ar, eu havia matado um acampamento Uruk inteiro, quando vi alguns escravos sendo levados para uma mina, fui salva-lós. Quem guiava os prisoneiros era ninguém menos que Uruk, depois de muito tempo sem nos vermos, ele largou a tocha no chão e disse: Não se metam, esse pele-rosa é meu!

Ele sabia que ali seria nossa última luta, justa, nenhum uruk se meteu, apenas eu e ele. Lutamos até o sol começar a surgir, apenas um risco de luz atingia nós. Ele estava ganhando, eu cai, ele foi dar o golpe de misericórdia, eu contra-ataquei, enfiei a espada na barriga dele e saí vitorioso do embate, ele não disse nada, apenas caiu, dizem que orcs sabem quando vão morrer, ele sabia.

Minhas últimas palavras ao inimigo foram: "Seu reino infernal acaba aqui". Foi a unica coisa que fui capaz de dizer, após ver meu inimigo jurado morendo em minha frente, refleti por um momento e segui em frente. Não podia parar minha cruzada contra a Mão Negra.


O que eu escrevi poderia ser um resumo de um jogo inteiro, ruim, mas um jogo inteiro. Mas não é, o que eu descrevi ali em cima, foi uma parte minima do jogo "Shadow of Mordor" que saiu a pouco para os videogames e pc.
O jogo conta com um sistema de inimigos, chamado de "Nemesis System" em que ele gera inimigos, tudo randômico, para você e tudo que você fizer a eles, eles lembram. Você queimou um, ele vai aparecer queimado, você cortou o braco de um, ele aparece sem braço e por aí vai. Pela primeira vez, senti como é ter um inimigo de verdade dentro do jogo, que me odeia e quer ver meu fim por coisas que eu realmente fiz e isso me deixa muito feliz, porque acabei criando um laço com Naruk, pois ele sabia o que eu fazia e estava disposto a me matar. Pela primeira vez eu me senti realmente na pele de um heroi.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Lá vem história...

1996 marcava época para mim...

O evento marcante da era televisiva do Brasil foi o lançamento das Chiquititas, que eu, por óbvias questões sociais fazia o possível para não assistir.


E olha que amigos meus chegaram a me incentivar. Eu não vou revelar nomes, não. Podem ficar tranquilos. O meu amigo T., que está em Porto Alegre, muito bem casado, com uma filha e com sua sexualidade muito bem resolvida, por exemplo... queria que eu visse para que a gente avaliasse as garotinhas. Aí o programa até ficou interessante.

Depois o meu amigo E., que me fez assistir a um documentário de 1h30 sobre a novela... no fim das contas foi divertido.

O caso é que eu evitava, porque seria um alvoroço enorme na minha cidade tão pequena. Embora eu estivesse seguro de mim, já tive muitos apelidos e sofri de bulling antes mesmo de ele ter nome. Então, não dei chance para o azar, sem Chiquititas, nem nos meus maiores segredos.

Até que, miseravelmente para mim, a Editora Abril (acho) lançou a Revista das Chiquititas. Mas que diabos isso teria a ver comigo? Bom...

O fato é que a minha tia (que também não vou identificar) comprava para a minha prima (filha dela, lógico!) a maldita revista. Isso na banca que ficava em frente à farmácia em que um amigo meu trabalhava. E a tia em questão tava devendo uma grana na farmácia, então ela teve uma ideia brilhante: pedir para o sobrinho aqui ir até a banca, pois eu estaria acima de qualquer suspeita.

Piorando um pouco a situação, a locadora de videogames que tinha na cidade ficava ao lado da banca, o que significava que grande parte dos garotos da cidade já estava lá.

Agora vamos fazer uma rápida pausa:
Caras, eu tava ferrado! Ferrado, ferrado, ferrado! Fazer esse favorzinho para minha tia implicaria em anos de fama (injusta, diga-se). Eu ia ficar famoso da noite para o dia como "O guri que assiste Chiquititas", pra coisas bem piores, pois eu já tinha os apelidinhos ridículos, então o pesadelo se intensificaria!

Terminando a pausa, quando minha tia fez o pedido que me renderia um status único na cidade, eu estava de pijamas. Sim, era um sábado. Já que eu estava na fila do corredor da morte, resolvi enrolar o máximo possível, para aproveitar os últimos suspiros da minha (já quase morta) vida social: demorei o quanto pude para me vestir... escovei os dentes 3 vezes, calcei os tênis demoradamente, experimentei umas 3 combinações de roupas... até que minha tia, como o carcereiro, me empurra para o corredor, dá uma batidinha na porta do meu quarto e me pergunta: "Maninhooô, tu não vai?" (sim, a tia me chamava de Maninho).

Aí eu já havia me despedido de tudo mesmo. "Tô no inferno, vou dar um abraço no Capeta!"

Aceitando minha sina, sentei, pela última vez, menos infeliz no sofá para amarrar uma quarta vez os sapatos. Foi quando entrou minha outra prima, a Cacau, pela porta da sala.

Por Deus! Eu estava a salvo. Olhando para minha vida social eu não que eu tinha muuuito a perder, mas era bem melhor que ela me quebrasse esse galho do que eu me condenasse a mais um motivo para rirem de mim até o ano de 2020.

Contei toda essa história (tirando a parte em que eu enrolei) para minha prima e expliquei a ela que seria no mínimo embaraçante realizar a tarefa que minha titia pediu inocentemente.

- Sem problema. - ela me disse - Só vou esperar a Kátia chegar e a gente vai lá e compra ela pra ti.
- Pra mim, não, peloamordeDeus! Pra ela! Pra tia!

Não demorou muito e a Kátia, amiga da Cacau, chegou. Cacau contou esse drama para a Kátia e exclamou "Coitado!".

Cacau fez a compra e entregou a revista para a minha tia, sem drama. Depois que tudo correu bem, eu perguntei pra ela se não foi embaraçoso.

- No início foi... - disse a Cacau - ...mas quando o carinha da banca me olhou, eu disse "Não é mole agradar essa minha prima."

Obrigado, Cacau. Sempre fiquei te devendo essa!


Obs.: Se fosse hoje, essa história seria muito diferente...

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Talvez vc queira ler outras historias:

As ideia do Marat (Ó as Ideia!)


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Porque os homens não deprimem fácil?


Não precisam trocar de sobrenome.

A garagem é inteirinha deles.

Os preparativos para o casamento são simples.

Podem comer chocolate sempre que quiserem.

Não engravidam.

Os mecânicos não mentem pra eles...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Oração da Mulher

Querido Deus,
até agora o meu dia foi bom:

- Não fiz fofoca;
- Não perdi a paciência;
- Não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta, chata e nem irônica;
- Controlei minha TPM;
- Não reclamei;
- Não praguejei;
- Não gritei;
- Não tive ataques de ciúmes;
- Não comi chocolate;
- Também não fiz débitos em meu cartão de crédito, nem dei cheques pré-datados;

Mas peço a sua proteção, Senhor, pois vou levantar da cama a qualquer momento…
Amém!