sexta-feira, 2 de julho de 2010

Poesia em Bleach #3

Antes de começar: muito obrigado, Gabriel! Me ajudou pacas a agilizar esta postagem! E ainda, fez uma sequência mais completinha: número e subtítulo da edição.

Vamos ao assunto-mor:

"Todo este mundo,
existe pela razão de encurralá-lo"
Bleach Vol. 21 "Be My Family or Not"

"Não há sentido neste mundo,
Nem mesmo para nós que vivemos nele.
Nós, seres sem sentido, pensamos sobre o mundo
E a percepção de falta de sentido nisso
Não significa nada."
Bleach Vol. 22 "Conquistadores"

"Somos o peixe em frente à cachoeira
O inseto preso na gaiola
Somos migalhas das ondas
A caveira do bastão
A força em torrente,
a baleia que a engole.
Somos touros de cinco chifres
O mostro que cospe fogo
A criança que chora e esperneia
Ah, estamos apenas envenenados pelo luar."
Bleach Vol. 23 "Mala Suerte!"

"Fodam-se todos vocês!"
Bleach Vol.24 "Immanent God Blues"

"Todos já estamos mortos desde quando nascemos.
O fim existe ali,
desde muito antes do começo.
Se viver é um eterno saber
O fim é o último fato que conhecemos na vida.
Encontrar o fim e adquirir todo o seu conhecimento por completo:
Esta, sim é a morte.

Não queiramos saber de tudo.
Aquele que não tem capacidade de sobrepujar a morte
Não deve querer conhecer tudo na vida.
"Bleach Vol. 25 "No Shaking Throne"

"A voz que perfura profundamente o meu peito
Soa como uma ovação sem fim."
Bleach Vol. 26 "The Mascaron Drive"

"Dentre nós
Não há um ser que se mescle a outro,
Não há dois de nós que tenham formas idênticas,
E, por não possuirmos o terceiro olho,
Não enxergamos a esperança
Em nenhuma das quatro direções;
Mas o quinto caminho certamente existe,
Onde está o nosso coração."
Bleach Vol.27 "goodbye, halcyon days."

"Ó, Senhor
Por vezes o olhamos
Com olhos de quem enxerga um pavão.
Olhos ornados de algo que seja imensurável
Similiar à esperança, adoração...
E pavor.
"Bleach Vol. 28 "Baron's Lecture Full-Course"

"Enfeito-os por puro capricho
Mesmo sabendo que serão cortados.
Escovo-os como uma obcecada
Mesmo sabendo que serão cortados.
Tenho medo, tenho medo
Do momento de vê-los cair.
Pois esses cabelos espalhados
Me lembram você morto.

Cabelos e unhas, como tesouros preciosos,
Vivem enfeitados de beleza.
Mas então porque, separados do corpo,
Tornam-se coisas tão sujas e sinistras?
A resposta é simples. Porque eles nada mais são
Do que reflexo da aparência de nossa própria morte.
"Bleach Vol. 29 "The Slashing Opera"

"Está ferida é tão profunda...
quanto o oceano.
Este pecado ensanquentado...
é tão incolor quanto a morte."
Bleach Vol. 30 "There is no Heart Without You"

(Parênteses)
(Fica aqui, mais uma vez, o meu agradecimento imenso ao Gabriel!)

(Meu retorno à internet não poderia ser mais compensador do que com a audiência do pessoal que não comenta muito, mas sempre dá uma espiadinha neste blog.)

(Ainda não falei como Glauco sobre a camiseta, mas ainda to contando com vcs, hein!)

Um comentário:

  1. Acho as poesias dos volumes 24, 25 e 26 um tanto esteticamente duvidosas.

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