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quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Thor: Amor e Trovão - é bom?

 




É, pessoal, a Marvel já não é mais o que era. A criadora de metade dos nossos heróis favoritos durante anos usou táticas como tentativa e erro (Homem-Aranha, X-men, Hulk...), acertou o passo na última quindécada* e nos proporcionou horas e horas de entretenimento através de incríveis CrossOvers até chegarmos aos marcos definitivos: os Vingadores. Mas ela nunca definiu exatamente o passo com o deus nórdico do trovão: Thor.

*Será que existe quindécada? Refiro-me ao período de 15 anos... Se bem que, agora que eu escrevi, existe. Acho que foi eu quem criou. =)

Acabei de lembrar que fiquei muito tempo sem dar nenhum a atenção ao Blog. Aviso a quem ainda passar por aqui, ao acaso: eu não morri. Estou morrendo aos poucos, de dentro pra fora, até me tornar um zumbi escravizado pelas burocracias da vida adulta. Mas talvez esse processo demore, De toda a forma, faz mesmo muito tempo que não me sento em frente ao notebook e me dou ao direito de expôr um pensamento...

Ah, sim, o texto abaixo vai ter spoilers. Mas como já saiu o hipe do filme, acho que tá tranquilo. Só não diga que não avisei!

 ...mas voltando ao filme:

quinta-feira, 14 de julho de 2022

Porque eu odeio Resident Evil 6 – o capítulo final (...e seus antecessores também!)

Não me levem a mal, mas Resident Evil tinha tudo pra dar certo nos cinemas: o enredo horripilante no primeiro jogo, a sensação de pânico no segundo, muitos tiros no terceiro, etc. Mas o que Hollywood faz com um jogo que tem tudo pra dar certo? Você pensou em dizer “Cocô”? Acertou, meu amigo!


Fazer uma história focada apenas nas maracutaias e tretas implantadas com/na Umbrella teria sido uma ótima ideia… se tivessem focado nos personagens que a compunham. Ao invés disso, jogaram Milla Jojovich no nosso colo (não da maneira que gostaríamos) e a deixaram chutar o saco dos fãs da série de videogames.

Basicamente, é isso que os filmes fazem comigo.




Se eu estiver certo, vocês já entenderam que a série cinematográfica de Resident Evil me enche o saco. Isso se deve especialmente à toda essa “licença poética” que os roteiristas e escritores se deram para contar uma história muito diferente daquela que conhecemos na tela que traduzia os traços do Playstation One. De fato, o universo é semelhante, mas com sérios trechos de “Não esqueça que a Umbrella é poderosa e…”.


terça-feira, 19 de março de 2019

Quer saber em que A VILA do CHAVES votou?



Só tô levantando uma hipótese aqui: se a vila do Chaves fosse brasileira e estivesse vivendo os tempos atuais (ou nem tanto, porque a eleição foi em 2018), em quem os personagens votariam?

Dona Florinda:

De classe média e almejando tornar-se parte da elite, provavelmente seu voto pertenceria a Jair Bolsonaro.

Dona Florinda é representante daquela parcela do povo que acha que as classes abaixo da classe dela são vagabundos, e que "os arreios da classe operária deveriam ser mais apertados, para que dessem mais valor ao trabalho que tem".

Além disso, a previdência social não é problema dela, ela é pensionista, viúva de militar, o que mergulha ela em um relacionamento empacado com o prof. Girafales.


quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Heavy Rain - Artigo


Demorou um bom tempo para que jogos de videogame fossem considerados arte. Eu entendo esse (anterior) impasse. O cinema também demorou para obter esse título, mas hoje é conhecido como "a sétima arte". Isso até a concepção de "Cidadão Kane", o filme que provou que o cinema é uma arte.

Com os videogames, a coisa demorou um pouco mais. Muito mais. Mas nós, gamers, também tivemos nosso próprio Cidadão Kane: "The Last of Us". Desde então, as pessoas começaram a entender que videogames contam uma história, assim como um livro ou filme. Claro, não estou dizendo que Pitfall é melhor que Mogli, nem que Enduro é melhor que Velozes e Furiosos, mas o ramo dos games evoluiu a ponto de ganhar temática, enredo e até moral, portanto sim, games são arte e defenderei isso até o fim de meus dias.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Aqui jaz uma amizade



É engraçado como certas modas funcionam. Precisamente ontem, perdi uma amizade antiga, e devo esse favor ao Facebook. É uma linda história, até que um (ex)amigo meu meteu a colher onde não devia. Em respeito a essas duas amizades, não colocarei nomes aqui, mas a história fica.


Aliás, moça, eu tenho certeza de que você não vem mais aqui, muito antes desse bafafá. Só que essa porra desse blog é meu, e eu escrevo a desgraça que eu quiser. Se fizer o mesmo, pode deixar o link do seu blog ali nos comentários. Mas duvido. Duvido, porque eu sei que você não se importa. Se se importasse, não teria feito o papelão que fez!

Adiante? Não, atrás: foi ontem!

(Insira uma referência a Chaves aqui)

segunda-feira, 9 de julho de 2018

A primeira vez que a SNK foi vendida

O ano é 2000. No fliperama, alguns de nós debatíamos o futuro da SNK, já que o rumor dizia que a SNK havia agendado o fechamento de portas. Entre esses jovens, este que vos narra.

Eu estava aborrecido com a notícia. Logo a SNK? Ela, que me divertiu tanto com a série The King of Fighters? Claro, eu adorava as outras séries, mas KOF estava acima de tudo.

Enquanto revesávamos rounds no KOF 98, Cid e Warg conversavam comigo sobre as possibilidades. Havia alguns contras a esse rumor: CAPCOM vs SNK por exemplo. O jogo marcava uma realidade onde lutadores dos dois universos se conheceram, como se fosse um único universo. Ryu, Ken, Chun Li e companhia trocavam golpes com Kyo, Iori, Mai e outros, com direito a aberturas especiais, referenciando supostas amizades e inimizades entre lutadores das duas franquias.

CAPCOM vs SNK era um sonho se tornando realidade. Certamente envolvia questões como direitos autorais, o que implica em lucros, verdinhas, tutu, faz-me-rir, cifras e cifrões. Logo agora, a SNK estaria falida? A CAPCOM ficou com uma fatia muito maior desses lucros?

Nessas épocas, o Orkut estava em alta. Me lembro de mergulhar as possibilidades nas comunidades. Inclusive levantando a possibilidade de a CAPCOM também estar mal das pernas. O resultado disso foi engraçado. 

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

FALLEN - A primeira vez que passei mal após ir ao cinema


Amigos leitores, vocês acompanham-me no amor e na dor ao longo deste blog. Hoje, eu vou mostrar a vocês como esse papo de dor é sério, afinal... EU NÃO VOU PARA O TÚMULO SENDO O ÚNICO A SENTIR ISSO, CARALHO!!!

Pois é. Fallen. O que é Fallen? Resumidamente, Fallen é uma porra de um romance de livros água-com-açúcar, os quais você percebe gritantes plágios da (Argh!) saga Crepúsculo. Sério. Permitam-me demonstrar:

Imagine que nosso planeta é um gigantesco episódio de "Os Simpsons", no qual as pessoas são idiotas e compram qualquer coisa que seja escrita e romantizada. Para isso, as grandes editoras inventaram e patentearam uma máquina: a Chorumex3000. Ela permite que você escreva um romance contemporâneo de acordo com o universo que você deseja expor. Atenha-se ao exemplo: