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segunda-feira, 12 de julho de 2021

Red Dead Redemption - um depoimento


Se estão me perguntando o que eu ando fazendo da minha vida e porque eu não atualizo mais essa bagaça, a resposta está nessas palavras: Red Dead Redemption On Line.

Sim, sou um filho da mãe jogador online, mas procuro não ser mesquinho e deixar a mão estendida para quem quiser uma amizade sincera, uma longa cavalgada e uma troca de tiros contra bandidos e até algumas autoridades. NO JOGO, NÉ?

Mas eu tava aqui vendo os fóruns de jogos antigos e reparei que nosso Bando não tem um fórum. Temos comando no Social Club, grupo no Facebook e no Whatsapp.

Mas um lugarzinho pra eu extravasar tudo que tem sido despejado em mim nessa longa jornada pelo Velho Oeste Online... não. Ainda. Mas me toquei que poderia dar uma nova utilidade a esse tão castigado espaço. Vem comigo?

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Áudio de WhatsApp para o Soldado 76


"Seu Morrison




Eu estou desde a prévia da partida... mandando foto, print, direto na sua conta, Seu Morrison, mostrando a real situação de porque que eu não vou curar o time!





O Sr. conhece o Observatório Gibraltar quando tem Bastion, Seu Morrison? O senhor entra na party e fica ouvindo todos os outros dizendo que eu to com medo de levar uma saraivada de bala. Tomá no c*, seu Morrison! Ele tá de double shield e com a Mercy ampliando dano. Filho da put4!




Tu acha que eu vou sair do ponto de ressurgimento com a bala comendo, jogando cura nos outros, seu arrombado!? Vai tomar no c*! Seu Morrison! Vai se f**** você, sua party, seus tank, seus Ineedhealing, vai tudo pra casa do baralho seu filhodaput4!




Eu não vou sair do Observatório pra dar cura embaixo de bala, seu babaca!

E te falo mais, Seu Morrison! Pode contatar outro Healing, porque nem abaixo de bala ou de Ult eu vou curar pro senhor, seu americano filhodaput4! Vai tomar no c*! Eu não sou escravo não, seu desgraçado!"

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Conhecendo o personagem: Atrocitus


Você que não lê quadrinhos, sabia que existem outros anéis no Universo DC, além do Verde e do Amarelo?

O Verde significa a Coragem e a Força de Vontade;
O Amarelo significa o Medo;
O Laranja significa a Cobiça;
O Azul significa a Esperança;
O Índigo significa a Compaixão;
O Violeta significa o Amor;
O Branco significa a Vida;
O Preto significa a Morte;
E o Vermelho significa a Raiva.
Tem ainda o Anel Fantasma, que pode usar qualquer um dos sentimentos latentes de seu usuário, o que pra mim é o pior furo de roteiro, mas deixemos pra lá.

Claro, se você leu o título deste texto, sabe que vamos falar do líder dos Lanternas Vermelhos: Atrócitus!


sexta-feira, 17 de maio de 2019

Fallout Shelter - Sobreviva em um bunker nuclear


Talvez alguns de vocês não saibam, mas jogo videogames desde 1989. Sim, eu era só um gurizinho na época, e acompanhei muita coisa nessa vida gamer, como por exemplo, a queda da Atari, o encerramento do Odyssey, a ascensão da Nintendo, o lançamento do Mega Drive, o bulling que saber dessas coisas gerava na escola e a indignação do meu pai ao ver que o filho se tornou "um vagabundo que gosta dessas coisas", etc.

Voltando ao núcleo do assunto, conheci vários jogos FPS (Frist Person Shooter), poucos desse tipo me interessaram. Fallout e suas versões levantavam hipóteses interessantes sobre o que seria da Terra após o holocausto nuclear. Até aí... bom, pelo menos não é outro FPS com a temática de Zumbis. é sobre contaminação nuclear e sobrevivência. Ponto pra você, Bathesda!

Otimismo... você vê por aqui!
Há uns meses atrás, a PSPlus resolveu dar aos seus associados uma versão bem light do jogo: Fallout Shelter, que é, basicamente, um The Sims, só que menos apático. A parada aqui é garantir a sobrevivência de uma galera que não é apta em quase nada, assolada pela fome, frio e falta de ter o que fazer. Como administrador de um Bunker, cabe a você não deixar que eles morram. E vou te contar, são bastante burrinhos, prometem dar trabalho.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Final Fantasy XV


Há uns meses atrás, quando eu não tava tão ferrado no quesito grana (coisa rara), um colega de trabalho me ofereceu (com um desconto camarada) o jogo Final Fantasy XV. Pedi a ele uns dias para pensar no assunto. Final Fantasy XV...

Nesse tempo, pesquisei um pouco sobre o jogo, porque mesmo com desconto, eu poderia estar comprando uma bomba, ou simplesmente a maior mancada já produzida pela Square. Aqui, um devaneio entre minha pesquisa e meus pensamentos:

A estréia da série em Português-BR (legendado)...
Como sempre, um "novo jeito" de jogar Final Fantasy...
Mundo aberto, lembrando o saudoso GTA...
Um Final Fantasy feito para os velhos e novos jogadores...
Eu não terminei muitos FFs... Será que eu preciso de mais um RPG na prateleira?
Desconto... um colega precisando de grana...
Olha, você só vive uma vez. E se ele mofar na prateleira, eu tenho a aposentadoria inteira pra jogar, desde meu PS2 até... esse Final Fantasy. Quer saber? [...]

E, sim, meus amigos, como vocês estão imaginando, arrematei a relíquia e... guardei-a na prateleira. Tenho trabalho, casa e uma filha pra cuidar. Ser adulto é uma merda!

Mas, uns dias pra cá, resolvi tirar o pó da caixa e embarcar na aventura. Como todo o Final Fantasy, temos muita coisa pra se fazer. Mas nada é de todo o ruim, pois missões paralelas ajudam a upar os personagens, né?

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Diablo III

Em 2014, meu amigo e companheiro de Blog Gabriel me apresentou em toda a sua pompa e sua glória o Diablo III, no Playstation 4.O jogo me empolgou bastante. Na época, eu cheguei a dizer a ele que era um título indispensável do PS4, uma das grandes razões pra se comprar um PS4. Divertido? Muito. O jogo também foi bem dublado e a história a ser seguida é completamente opcional... Mas estou me adiantando.

Falar de RPGs sem delongas é um pouco complicado. Mas o fato é que quero muito falar de todo o pacote da Blizzard na terceira versão de seu RPG mais classudo. (Sim, eu falo bonito. Sou cult!)

E, recentemente, tive um dos fins de semana mais fantásticos de todos os tempos. Tá, eu estou exagerando. Mas fazia tempo que eu não fazia uma maratona... de 6 horas! Com mais dois amigos. Já já eu falo sobre isso.

A questão é que Diablo sempre foi uma série muito divertida, um épico RPG. Hoje, em sua terceira versão, ele está mais para um Beaten Up com regras de RPG. E a maior vantagem: tanto no modo single player quanto os multiplayers (local ou online) não ficam atrás. E, meus amigos, se um jogo consegue esses patamares, isso é digno de nota.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Furi - PS4 - Parte 2

Lembram do simpático carcereiro?
No episódio anterior:
  • Bier perdeu todo o senso de "Eu lírico", vezes chamando o samurai sem nome de "você", outras vezes de "eu".
  • Luzes de Neon e psicodelia não foram suficientes para piorar minha deficiência mental o meu caso.
  • Um monge com um simpático capacete de coelho, que eu decidi chamar de Kuma.
Agora:

O samurai sem nome, que de agora em diante eu vou oficialmente chamar de Samurai Bier, por motivos de "o blog é meu", "a história é minha" e "não gostou, tô nem aí", continua sua saga no mundo que faria o próprio Mágico de Óz cagar tijolos dourados.

Verinha... sempre simpática.
O monge coelho estava feliz. É possível que Kuma esperasse minha morte na épica nas mãos de Verinha (que venci graças a uma técnica secreta dos 25 mil continues), e talvez eu tenha superado suas expectativas. Ali estávamos nós... o herói e o monge que agia igual ao Mestre dos Magos...

O sábio cabeça de coelho (e não me perguntem porque eu o chamo de sábio) contou-me então que, para continuarmos nossa fuga, eu precisaria derrotar o Monge do Tempo. Em uma redoma completamente manipulável por ele. Não foi bem esse o diálogo, mas poderia ter sido algo como:

- Um guerreiro com as suas qualidades não terá dificuldades em enfrentar o Monge do Tempo. Ele vigia uma das saídas desta prisão, e com seu poder, pode desfazer fatos, desde que dentro de sua redoma...
- Na boa, tio Kuma, não podemos ir por um outro caminho?
- Não.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Carta ao adversário – 03/10/2016 – Saguão de Batalha – SFV

                     Caro Hermano,
Desculpe, eu não consigo lembrar seu nickname. Lembro-me muito bem daquela bandeira da Argentina. Caso não se lembre de mim, eu sou o Sr.Bier, era proprietário do Saguão intitulado: “Aguardando players de nível Rookie- até Super Bronze.” Ah, você era Super Bronze. Que bom. O anúncio foi lido e correspondido.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Furi - PS4 - Parte 1

Talvez vocês ainda não saibam, mas eu estou mergulhando na era PS4. Entre as grandes vantagens de se acessar a PlayStation Network, uma delas é a quantidade de jogos gratuitos que ela quer que você jogue por razões que não consigo compreender.

Serião! Não sei porque cargas d'água as empresas fazem jogos gratuitos que não oferecem vantagem alguma através do DLCs (os conteúdos adicionais pagos).

É o caso de Fury. Eu joguei muito pouco ainda para saber de mais detalhes, mas a coisa parece ser um bom derivado de Afro Samurai, adicionando cores psicodélicas. Não estou brincando: no jogo, você é um samurai (que até onde eu cheguei, ainda não tinha nome) aprisionado em um universo com cores desconexas e muito efeito neon. A história conta poucos detalhes, mas você percebe que o samurai (ou ninja, sei lá...) que pertencia à resistência foi capturado e torturado por dias e dias, por um carcereiro cretino.

Em um desses dias de martírio, um monge com um capacete de coelho de pelúcia aparece, fica fazendo filosofias ao vento, liberta o samurai e entregando-lhe a espada e a pistola (hein?) ensina a devolver o castigo ao carcereiro. Começa a primeira luta-tutorial-very-hard-first-stage.

Caras, eu não estou brincando. Outra coisa que não consigo entender é como um sábio que quer ser respeitado põe uma coisa dessas na cabeça. Mas vamos dar uma chance a esse universo paralelo...