Você que não lê quadrinhos, sabia que existem outros anéis no Universo DC, além do Verde e do Amarelo?
O Verde significa a Coragem e a Força de Vontade;
O Amarelo significa o Medo;
O Laranja significa a Cobiça;
O Azul significa a Esperança;
O Índigo significa a Compaixão;
O Violeta significa o Amor;
O Branco significa a Vida;
O Preto significa a Morte;
E o Vermelho significa a Raiva.
Tem ainda o Anel Fantasma, que pode usar qualquer um dos sentimentos latentes de seu usuário, o que pra mim é o pior furo de roteiro, mas deixemos pra lá.
Claro, se você leu o título deste texto, sabe que vamos falar do líder dos Lanternas Vermelhos: Atrócitus!
Opa! Primeiro post do ano, e eu queria começar bem. E análise das filosofias dos personagens sempre me pareceu uma boa ideia, geram uma salutar discussão como também incentivam a leitura. E eu amo vocês que leem as coisas que eu escrevo, então...
Hoje eu convido vocês, meus amigos a analisar um pouco das filosofias dos principais cavaleiros de bronze. Normalmente, eu gosto de misturar um pouco de protagonistas, anti-heróis e vilões nesse tipo de post, mas acho que com CDZ, as coisas têm que ser diferentes, não? Adiante, cavaleiros atenienses!
A CAPCOM está mesmo sabendo como ganhar dinheiro. Possivelmente sua maior fonte de renda está sendo o (ainda) inacabado Street Fighter V, enchendo gradualmente a tela dos jogadores mais ansiosos de personagens, roupas e cenários especiais. Claro, não é necessário que o jogador use toda a sua caixinha da PSN, ou faça um rombo muito feio no cartão de crédito do papai, já que a CAPCOM também brinda seus jogadores com Fighthing Points (ou sei lá como se chama isso), que são pontos que se ganha fazendo determinadas tarefas que são semanalmente atualizadas. Um personagem novo ou um cenário decente custam 100.000FP cada. Das tarefas que citei aqui, a mais "lucrativa" dá até 5.000, uma belíssima maneira de aumentar o fator replay do jogo.
Nas últimas atualizações de 2017, a CAPCOM disponibilizou ninguém menos que o Mestre Zeku. Quem? Bem, Zeku fez uma única aparição secundária em Street Fighter Alpha 2:
Que bom que vocês voltaram! (Especialmente vocês, Di Santos e Gabriel!)
A gente vai falar da minha série
de jogos favorita: The King Of Fighters!
Até hoje, só conheci um cara que
gostava de jogos de luta/jogos da SNK e não curtia KOF... pode isso? Tudo bem,
ele era um chato de galochas. Achava que o investimento anual de KOF seria o
principal motivo da concordata da SNK... não que seja uma impossibilidade, mas
culpar a principal e mais lucrativa franquia da empresa pela falência, é meio
ilógico, não acham?
Por falar em chatice: ESTE POST CONTÉM SPOILERS DE MONTÃO!
NÃO ME ENCHA O SACO DIZENDO QUE EU NÃO AVISEI!
Minha última postagem havia sido sobre o dia dos professores, disso vocês lembram, né? Se você não desejou parabéns para nenhum dos seus mestres, meus mais sinceros desejos que você pegue lepra galopante ou que seus olhos rolem dás órbitas direto para o chão e que você, em desespero, pise em cima deles. De nada!
...
Sabe, andei pensando muito aqui com os meus botões: faltam menos de 5 anos para que eu vire um quarentão. Eu fico pensando em que tipo de velhinho eu irei me tornar, quando os cabelos brancos chegarem em abundância. (Chegarem em demasia, não na bunda! Por favor!!!)
Vocês já cansaram de ler a respeito de games e animes aqui no blog, então decidi falar sobre eles, os mestres das ficções que este espaço mais respeita.
Kesuke Miyagy - Karatê Kid
Isso aí! Vamos começar com o pé direito! O Sr. Miyagy foi a primeira referência respeitável que encontrei no cinema à arte que considero suprema! Sem contar que a história de Miyagy é bonita e tradicional, como japonês autêntico. Além do mais, ele é interpretado pelo Pat Morita. Tem que ser um velhinho casca-grossa pra ser interpretado por ele. O Karatê Kid era tão foda que virou até desenho animado do início da década de 90.
Upgrade: Karatê Kid teve um remake que não chega perto do clássico, mas vale a tentativa. O Sr. Miyagy foi categoricamente substituído pelo Sr. Han, que é ninguém menos que Jack Chan.
Existem personagens que são menosprezados até o ultimo momento. Mesmo sendo verdadeiros guerreiros, os mesmos são sempre esculachados na cultura pop.
Aqui venho dizer que mesmo sempre sendo zoados, esses seres são grandes guerreiros e merecedores de respeito. O texto terá poucas linhas e serei direto, tentarei ser cômico e espero fazer mudar a sua cabeça sobre os grandes heróis.
Hoje vou falar do mais injustiçado de todos! Kuririn o humano mais forte do universo!
Atenção: O conto a seguir tem teores de choque com a realidade.
Esteja ciente de sua responsabilidade quando continuar lendo.
(16 anos)
O estômago se torcendo de fome foi a primeira coisa que sentiu, a segunda coisa foi o retorno da consciência antes de abrir os olhos, e era isso o que sua consciência lhe dizia:
"Sou Adriana, 16 anos, estou na minha cama, essa não é a minha casa, estou só, não vou cair."
Levantou-se e fez o que todos fazem ao se levantar: o café amargo tinha a mesma cor; o pão, o mesmo gosto; e o dia, as mesmas limitações. "Apenas mais um dia de mais uma formiga insignificante." pensou ela ao esperar o ônibus de sempre para sua vida de sempre.
Os olhos se fecharam por um momento do agora, sonhando com o que haviam lhe ensinado por toda a vida, o jogo da linda família sorridente de comercial de margarina lhe veio a mente: seu futuro marido lindo, gentil, carinhoso, que chegava do trabalho querendo apenas uma xícara de café o jantar e um beijo; tão perfeito e obsoleto. Logo despertou, ao lembrar o quanto a sua família quebrada era diferente daquilo: sua mãe dopada, com seus comprimidos anti-depressivos; seu pai assassinado em uma assalto, vitima de mais um lixo da sociedade; seu irmão preso por ter se tornado exatamente o que a sociedade queria fazer dele: um lixo, como o lixo que assassinou seu pai; e seus pulsos quase cicatrizados, lembrança constante de que não deveria cair novamente.
Cecília, oh minha querida e amada Cecília. Você sabe como eu a amo desde a primeira vez que nos vimos ha muitos anos. Nunca me esquecerei daquele dia. Foi numa festa na propriedade de campo do meu pai, foi um evento de gala com celebridades e magnatas do mundo inteiro. Todos que eram alguém estavam lá e de longe quem mais me impressionou foi você.
Embora fossemos apenas crianças eu sabia que estávamos apaixonados, tínhamos sido feitos um para o outro e desde aquele momento nos tornamos inseparáveis. Você incendiou minhas paixões, me inspirou para me tornar um pintor e era meu modelo favorito. Eu estava tão apaixonado e justo quando eu pensava que as coisas não poderiam melhorar você concordou em me conceder a sua mão mais uma vez, desta vez em matrimônio. Aquele foi o dia mais feliz da minha vida, mas durou tão pouco, pois assim que nos casamos você foi atacada por uma doença devastadora e levada de mim e num segundo foi como se o mundo tivesse caído sobre a minha cabeça, me enxia de dor.
História: Filha de um casal com poderes psíquicos, Athena cresceu doutrinada a lutar pela justiça e pelo caminho mais correto. Sua família sabia antes de seu nascimento que ela seria a reencarnação da Princesa Athena, a heroína da luz que livraria o mundo dos espíritos do mal.
Crescida, Athena conhecia a terra de seus ancestrais, a China, onde viu três homens em luta: um alto usando terno, um ancião baixinho e um rapaz com aproximadamente sua idade. Quando percebeu que o homem alto pretendia matá-los, Athena soltou parte de sua energia psíquica vencendo temporariamente a luta. Encantado com a força, o ancião se apresentou como Chin Gentsai, mestre em Kung Fu, e apresentou seu discípulo Sie Kensou, que se maravilhou com a beleza inocente de Athena.
A jovem permaneceu na China por alguns anos, aprendendo Kung Fu e Full-contact, cantando, lendo mangás e crescendo ao lado de Kensou. Foi nessa época que Chin entrou pelos portões do templo com uma carta registrando o ingresso dos três no torneio Rei dos Lutadores do ano de 1994.
Kyo Kusanagi venceu o torneio oficialmente, consequentemente, o grupo estava vivendo no Japão, por intermédio dos interessados Asamiya. Athena tornou-se colega de escola de Yuki, a namorada de Kyo. Entendendo que o herdeiro dos Kusanagi era também justiceiro, Athena se aproxima, e seu grupo coopera com ele desde então.
Athena ajudou Bao (o mais novo lutador) a dominar sua força psíquica, ajudou Kensou a recuperar seus poderes, e serviu de inspiração para a jovem capoeirista japonesa Momoko. Além disso, seu grupo tem assistência de Kaoru Watabi, uma fã que, inspirada na alegria e na força de vontade de Athena, levantou-se de uma cadeira de rodas.
Atualmente, Athena é cantora e lutadora, ao lado de Chin (que voltou aos torneios) e Kensou (que passou a caçar maus espíritos com Athena ao longo do treinamento.
Frase marcante: "Enquanto houver bondade, a humanidade vencerá." (KOF 96, após vencer Goenitz)
Música marcante: China Team Theme
(Parênteses)
(Sempre serei fã da Athena.)
(Os maiores fãs em ordem crescente: Jhun, Kaori, Bier)
(Este post é dedicado à pessoa que mudou minha vida. Breve vocês saberão muito mais sobre ela.)
Kaori Sanada Nascimento: 02/03/1834 Primeira aparição: Last Blade 2
Kojiro Sanada era capitão da 2ª divisão do Shinsei-gumi, a patrulha anti-distúrbios de Kyoto. Um ex-oficial chamado Mukuro Shikyo rebelou-se contra o Shinsei-gumi e matou Kojiro. A família Sanada havia perdido seu filho, o orgulho da família. Porém, o Shinsei-gumi afirmou que jamais perdeu Kojiro, visto que o próprio continuava no comando de sua divisão.
Kaori assumiu o lugar do irmão para vingar sua morte. Essa atitude contrariou alguns oficiais da patrulha, mas não o sensei Washizuka, Líder da 4ª divisão. Dona de um estilo bastante apropriado para a sua tropa, Kaori emite kiai como seu irmão faria se ainda fosse o guerreiro que ela é.
Quando Kukuro a encontrou, começou a tremer. "Eu matei você! Que matei você!" - e uma sangrenta batalha começou, ao pé do Monte Fuji, sob forte chuva.
Após isso, uma forte explosão ocorreu no alto do monte. Kaori (sob o nome de Kojiro) sobe até lá para investigar. Lá, encontra um homem com uma espada feita de energia emanada de quatro guizos. Entendendo que esse homem lideraria uma guerra entre os demônios e os mortais, ela sacou sua espada mais uma vez. O lema da tropa Shinsei é "O mal imediatamente eliminado." O confronto não chegou a acontecer, visto que outro espadachim apareceu e desafiou o homem da espada dos guizos.
Quando Kaori acorda de uma explosão de energia, vai ao cemitério colocar incenso no túmulo de Kojiro. Washizuka a saúda: "Você fez uma boa vingança, senhorita Kaori."
Mas Kaori, com muita seriedade responde: "Não existe nenhuma senhorita Kaori. Eu me chamo Kojiro, sou líder da segunda divisão do Shinsei-gumi."
Vídeo/marcante: Não há nenhum feito especialmente para ela, ficamos com Last Blade Tribute.
História: Filho do Italiano Albert Garcia, o pequeno Robert sempre tinha tudo que desejava. Morava em South Town quando pediu ao pai que lhe conseguisse um bom instrutor de Karatê. Seu pai o levou ao dojo Kyoukugen-Ryu da família Sakazaki, mas o sensei Takuma Sakazaki não queria treinar alguém criado com uma vida de luxo e superfluidades. Albert pediu que fosse dada uma chance ao filho.
Takuma, para não se aborrecer mais, levou pai e filho até uma clareira na floresta e entregou uma lança ao jovem Robert. Explicou a ele que o treinaria se trouxesse a ele o coração do tigre da montanha, crente de que Robert desistiria. Apesar da discordância do pai, ele topou.
Uma semana depois, Takuma subiu a montanha com o intuito de encontrar apenas os ossos de Robert, mas encontrou o jovem assando um coelho com a lança. "Vejo que você falhou, rapaz!" - foi o início do discurso de Takuma. Robert apenas assobiou e o tigre veio em direção a ele, e então começaram a comer a carne do coelho. Envergonhado, o mestre não viu outra saída, senão treinar Robert, como o mais digno aluno.
No dojo Sakazaki, Robert conheceu os filhos de Takuma: Ryo e Yuri Sakazaki. Robert e Ryo têm sua primeira grande luta quando Yuri é sequestrada por um dos capangas de Geese Howard, Mr.Big.
Dizem também que Robert e Yuri foram apaixonados, mas a versão oficial diz que Robert gastou parte da fortuna do pai tentando conquistá-la. Yuri considera Robert como um grande amigo, não chegando a ter envolvimento amoroso com ele.
Em AOF3, Robert passa a ser o protagonista, e a trama está ligada ao fato de ele se apaixonar por Flea, que o deixa por Wyler, o vilão que conseguiu um soro que o transformava em monstro (como no livro de Stevenson). Com isso, Yuri acaba indo com Robert até a Itália, encerrando a trama AOF até então.
Atualmente, Robert havia saído do torneio King Of Fighters, mas voltou junto com Takuma, que se recuperou de um misterioso atentado, voltando ao clássico AOFTeam.
Música marcante:
Karatê Kyoukugen - KOF 2002
Lembre-se: obtenha o coração do tigre!
(Parênteses)
(O primeiro lutador favorito deste blogueiro, em sua devida homenagem.)