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sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Otakus sempre... Oh!!!

Censurei todo sangue desta cena, como o senhor mandou.

- Está despedido!!!

- Aí vou ter que te dar razão...


(Legendas do Amer)

segunda-feira, 11 de julho de 2022

5 lições aprendidas à duras penas pela Humanidade


Se tem uma coisa que a História ensinou ao longo dos séculos, é que a humanidade é uma sobrevivente.

Nós, as pequenas células de câncer que poluem e maltratam nossa pobre rocha esférica que flutua no vácuo, provamos ser a pior ameaça a todo e qualquer tipo de vida, seja ela animal, vegetal ou mineral. (À proposito, terraplanistas, eu consigo digitar este texto com uma das mãos, enquanto ergo o dedo do meio com a outra, exclusivamente para vocês.)

Apesar de sermos o principal problema/perigo/doença do planeta, somos também nocivos a nós mesmos. Além das invenções (que podem ou não ser usadas para o mal), temos também a arrogância, a irresponsabilidade, a imprudência e várias outras “virtudes” humanas que causaram uma ou mais tragédias, mas que também ensinaram a humanidade alguma medida preventiva, obviamente à custa de alguns mortos.

Ou, se você não quiser ler esse parágrafo enorme aí em cima, aqui estão as grandes cagadas da humanidade:

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Acabou a novela com a SONY!


Hoje tem o final dessa fantástica treta!

Audiência nova marcada. Lá via o Bier, de novo, rumo à Vara (judicial). A audiência, desta vez, começa mais rápido.

A juíza se apresenta, pede que sentemos: Eu, a advogada da Sony, a juíza auxiliar.

[Juíza] - Estou vendo aqui que o autor do processo não pediu indenização por danos morais nem nada assim... prossegue?

[Bier] - Sra. juíza, eu não tenho a quem recorrer, então não pedi nada mais que o valor do produto ou um produto novo. Não queria complicar a minha situação mais do que já está...

[Juíza] - Uhum. - reposicionando os óculos - A representante da outra parte, não pode MESMO fazer uma nova proposta, para conciliarmos isso?

[Advogada da Sony] - Sinto muito, não posso.

[Bier] - Jura? O que mais vocês querem de mim? Quantas vezes mais eu vou ter que chamar vocês pra me dizer "não tem acordo"?

sexta-feira, 29 de março de 2019

A gurizada não perde tempo...


E vocês? Qual foi a maior desculpa que vocês usaram pra se aproximar de alguém?

Eu, foi uma daquelas Feiras de Ciências...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

O dia em que aprendi a jogar Rock'n'Roll Racing


Se tem uma coisa que eu me arrependo na vida, foi a ideia de não ter pedido um Super Nintendo quando eu era mais novo. Eu contei essa história em outra ocasião, mas vou lembrar vocês: fiquei com dó da minha mãezinha nos tempos de 300% de inflação, e acabei optando por um Master System III...

Mesmo assim, amigos bons o tiveram, e como sempre fui rato de locadora, não me faltaram amigos pra me emprestar o controle 2. Eu também torrei pequenas fortunas com horas e horas de Super Nintendo em locadoras, o que me rendeu alguma experiência em Street Fighter II, que ficou em alta pela década de 90 inteira.

Mas eu me dei mesmo ao luxo de treinar feito louco um joguinho que já mencionei por aqui, chamado Rock'n'Roll Racing. Isso porque um desses bons amigos tinha o cartucho (e eu jogava com ele até tarde da noite).

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

3 ocasiões em que a vida imitou a arte (e pagamos um alto preço)

Numa outra ocasião, eu expliquei que a humanidade não aprende mesmo, por maior que seja o talo resultante do murro dado na ponta da faca. E acredito que as coisas sempre foram assim. Hoje, eu descolei um tempinho pra mostrar 3 das diversas oportunidades que a humanidade teve para ficar calada, mas abraçou uma causa e o resultado foi catastrófico.

Werther e a onda de suicídios


O alemão Johann Wolfgang von Goethe publicou em 1774 sua obra, um marco do Romantismo na Literatura Mundial. O livro conta, através de cartas escritas por Werther endereçadas a um primo, como este se apaixona perdidamente pela jovem Charlotte (ou Carlota, dependendo da tradução). Ela, por sua vez, já é prometida de um outro homem. A vida de Werther não encontra maiores significados se não o de estar sempre ao lado de Charlotte.
Vendo que seus avanços são infrutíferos, ele se afasta dela e de seu prometido, mas não resiste aos impulsos da paixão. Cada "não", cada xingamento e mesmo cada bofetada acabam aumentando ainda mais essa paixão doentia. O protagonista, não vendo saída para a situação, pede uma arma de caça emprestada do noivo de sua amada e com ela tira a própria vida.