quinta-feira, 3 de novembro de 2022
terça-feira, 18 de outubro de 2022
segunda-feira, 10 de outubro de 2022
RPGs #2
Deu bem certinho... Um motoqueiro, um ninja americano, um cavaleiro templário e um homem-míssel filiado à KKK. Certíssimo!
quinta-feira, 6 de outubro de 2022
sábado, 11 de junho de 2022
Phantasy Star (1)
Uma coisa que todos nós, jogadores dos anos 80 e 90, temos que reconhecer é que a SEGA tentou. Hoje a SEGA é uma distribuidora de jogos e concede os direitos de imagem de seus ícones (desculpe, Sonic, estou olhando pra você); mas no passado a parada era bem mais séria, a empresa queria uma bela “queda de braço” com outra gigante: a Nintendo. As cifra$ estavam à toda na terra do Sol Nascente (e ainda não estou falando do SNES, mas sim do NES, o nosso querido “Nintendinho”). Repentinamente, a Square lançou seu marco (que duraria décadas, e ainda dura) no mundo dos RPGs: Final Fantasy. E a importação e tradução desses jogos não foi muito difícil.
Nessa época, a equipe de criação da SEGA se entreolhou e disse: “A gente pode fazer melhor que isso”, afinal, um contrato com a Square, em poucos termos, acabaria muito mal para a empresa recém casada com a Nintendo. Em 1987, a SEGA trouxe Phantasy Star à luz, com a missão de confortar os donos do (hoje) famigerado Master System, afinal, a partir dali, a empresa era dona de seu próprio mundo de RPG. E os japoneses amaram. Em menos de um ano, o ocidente já tinha PS em inglês, e a SEGA, que tinha representantes nas terras verde-amarelas, relançou o jogo em 1989, totalmente em Português.
Ousado? Sim. Criativo? Sim. Deu certo? Vamos descobrir.



